Município da Trofa satisfeito com a captação de fundos comunitários

O município da Trofa congratula-se com a «boa» captação de fundos comunitários, no ano transato. Ao nível dos fundos da Política de Coesão do Portugal 2020 (2014-2023), o Município da Trofa mobilizou cerca de 12,3 milhões de euros e executou aproximadamente 10,1 milhões de euros até 31 de dezembro 2021, tendo ainda cerca de dois anos até ao fecho deste programa, através da Bolsa de Recuperação.

No entanto, estes 12,3 milhões são apenas uma parte do volume de investimento municipal, uma vez que o investimento total do Município ronda os 28,8 milhões de euros.

Para o presidente da Câmara Municipal da Trofa, Sérgio Humberto, «trata-se de um sinal de que estamos atentos a oportunidades que valorizem o concelho da Trofa e a vida dos trofenses. Trabalhamos diariamente com esse objetivo e, é com orgulho, que verificamos que conseguimos ir mais além no aproveitamento de instrumentos previstos para a região Norte e para o próprio país».

 

CIM divulga Oferta Formativa do Ensino Profissional no território do Ave

A Comunidade Intermunicipal do Ave arrancou, esta semana, com a divulgação da Oferta Formativa do Ensino Profissional para próximo ano letivo. Estão aprovadas 80 turmas, distribuídas por diferentes áreas e cursos profissionais, que poderão ser consultados em Bookletsemmapa_v3 (cim-ave.pt)
Esta oferta é resultado de um processo de concertação intermunicipal da rede de oferta formativa, junto dos municípios e das escolas que integram o território do Ave, seguindo uma estratégia de alinhamento com as necessidades e expectativas empresariais e sociais do território.

Desta forma, a CIM do Ave assume-se como parceiro fundamental na procura da melhoria contínua e estratégica do Sistema Nacional de Qualificações e no reforço da confiança e valorização das modalidades de Educação e Formação Profissional. Aliás, tem sido da responsabilidade desta Comunidade Intermunicipal mobilizar e facilitar a implementação do Modelo de Aprofundamento Regional do SANQ – Sistema de Antecipação de Necessidades de Qualificações, em articulação com a DGEstE, municípios, escolas com ensino profissional e outros agentes que atuam no território, no âmbito da formação profissional.

Desenvolvida em conformidade com o Referencial Metodológico definido pela ANQEP, I.P., esta oferta pretende, ainda, responder às efetivas necessidades do território da NUT III Ave, numa perspetiva de desenvolvimento estratégico, mas sem romper com a capacidade instalada da oferta do território que contempla os municípios de Vila Nova de Famalicão, Cabeceiras de Basto, Fafe, Guimarães, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho e Vizela.

Famalicão: Esta sexta-feira a Engenho celebra 28º aniversário

A ENGENHO – Associação de Desenvolvimento Local do Vale do Este, celebra esta sexta-feira, o 28º aniversário. A cerimónia, que terá lugar pelas 17 horas, no Centro de Apoio Comunitário da Associação, terá a presença do presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, do diretor do Centro Distrital da Segurança Social de Braga, João Ferreira e de outros parceiros institucionais, como os autarcas das freguesias da área de intervenção, membros dos órgãos sociais e colaboradores.

Vários empresários que têm colaborado com a instituição, apoiando atividades no âmbito da responsabilidade social das respetivas empresas e instituições, numa dinâmica/projeto denominada “Laços com Engenho/Compromisso com a Comunidade”, também estão entre os convidados para esta celebração que «será um sentido momento de celebração, de reflexão e de partilha sobre o caminho feito, as realidades que enfrentamos e os desafios que nos esperam», refere o presidente da direção, Manuel Augusto de Araújo.

Distrito de Braga registou 18.419 crimes em 2021

O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), de 2021, aprovado na reunião do Conselho Superior de Segurança Interna, revela que a criminalidade participada em Portugal registou um ligeiro acréscimo em comparação com 2020, verificando-se mais 2.597 crimes. Ou seja, foram denunciados às forças e serviços de segurança 301.394 crimes, mais 0,9% do em que em 2020 quando se registaram 298.797.

O distrito de Braga, com 18.419 denúncias de crimes, é o quinto distrito com números mais elevados, sendo que Lisboa (72.183), Porto (47.552), Setúbal (28.679) e Faro (20.788) seguem na frente.

A criminalidade violenta e grave registou no ano passado uma descida em comparação com 2020, tendo-se verificado menos 855 crimes. O RASI dá conta de 11.614 crimes violentos e graves, menos 6,9% do que em 2020, quando ocorreram 12.469.

Tal como acontece na criminalidade geral, os distritos de Lisboa (4.619), Porto (1.886), Setúbal (1.234), Faro (707) e Braga (469) registam o maior número absoluto da criminalidade violenta e grave.

Aumenta sinistralidade rodoviária

A sinistralidade rodoviária também aumentou, quase 7% no ano passado, em relação a 2020.

O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) registou 114.960 acidentes, mais 7.308 do que em 2020 (+ 6,9%), que provocaram 400 vítimas mortais no local do desastre ou a caminho do hospital (mesmo assim foram menos quatro); mas sobem os feridos graves, foram 2.269, mais 273; aumentaram também os feridos ligeiros, com 35.404 pessoas, mais 3.333.

Zé Amaro e Augusto Canário são cabeças de cartaz na Expotrofa

Augusto Canários & Amigos, Zé Amaro e a Banda Myllenium são os artistas que vão animar a edição deste ano da EXPOTROFA, que decorre entre os dias 6 e 10 de julho, na Alameda da Estação, bem no centro da cidade. Dois anos depois da última edição, o certame regressa com muitas atividades, bem como as habituais tasquinhas.

Da programação, realce para Augusto Canário que animará a noite de 6 de julho, a partir das 21h30, e no dia seguinte, 7 de julho, o palco será para a Banda Myllenium. A 8 de julho, o palco está reservado para a Orquestra Urbana da Trofa com o Tributo a António Variações e a participação especial de Paulo Praça. Dois dias depois, a 9 de julho, Zé Amaro sobe ao palco.

A edição deste ano encerra no dia 10 de julho, com um desfile de moda, com a participação do comércio local na área do vestuário e acessórios. As dificuldades provocadas pela pandemia levou a Câmara Municipal da Trofa a abrir, pela primeira vez, a iniciativa a todos os estabelecimentos comerciais do concelho.

Com entrada gratuita, a EXPOTROFA assume-se como um dos maiores certames do género da região Norte. O evento dá a conhecer as empresas da região, os artesãos locais e as associações do concelho. Tal como em edições anteriores, a oferta gastronómica está assegurada com as tasquinhas que mobilizam muitos trofenses e visitantes.

«É um regresso aguardado por todos nós. A EXPOTROFA tem a capacidade de mobilizar os trofenses e todos aqueles que se deslocam à Trofa para participar nesta mostra», salienta Sérgio Humberto, presidente da Câmara Municipal.

Trofa reflete sobre as alterações climáticas no II Fórum Ambiente

A Câmara Municipal da Trofa volta a organizar o Fórum Ambiente. Nesta segunda edição, o tema central do debate é a adaptação dos territórios às alterações climáticas. O II Fórum Ambiente, inserido na celebração do Dia Mundial do Ambiente, realiza-se a 3 de junho, no Fórum Trofa XXI.

A iniciativa inicia-se às 9h45 e vai contar com a presença do vereador do pelouro do Ambiente e Espaços Urbanos da Câmara Municipal da Trofa, Sérgio Araújo e do secretário da Comissão Executiva da Área Metropolitana do Porto, Miguel Oliveira. O presidente da Câmara Municipal da Trofa, Sérgio Humberto, vai ser o responsável por encerrar o evento.

O primeiro painel do fórum vai focar-se nos desafios locais na adaptação às alterações climáticas. Jorge Rodrigues de Almeida, da RdA Climate Solutions, Cátia Costa, da Agência de Energia do Porto, Pedro Macedo, do Centre for Ecology, Evolution and Environmental Changes e José Lameiras, da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto / CIBIO-InBIO vão ser os oradores da primeira parte do evento.

O segundo painel vai discutir sobre os espaços urbanos adaptados. O chefe da Divisão de Planeamento, Urbanismo, Mobilidade e Ambiente da Câmara Municipal da Trofa, António Charro, vai moderar o debate entre os especialistas Paulo Farinha Marques, da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto/CIBIO-InBIO, Gonçalo Andrade, da X-SCAPES / Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e Cláudia Fernandes, da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto/CIBIO-InBIO.

Durante a tarde, vai desenrolar-se uma discussão sobre os territórios rurais adaptados. A conversa vai decorrer entre Luís Brandão Coelho, da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte, Joaquim Mamede Alonso, da Escola Superior Agrária de Ponte de Lima e entre Sandra Vinhais Sarmento, do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas. O encontro vai ser moderado pelo responsável pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, José Cangueiro Cabral.

Famalicão: Investimento de 292 mil euros para ajudar 300 famílias a pagar as rendas

Ao longo deste ano, a Câmara Municipal vai apoiar 303 famílias do concelho no pagamento das rendas, num investimento de 292.500 mil euros. A proposta para estes apoios, no âmbito do programa municipal “Casa Feliz – Apoio à Renda”, é um dos pontos em discussão na reunião desta quinta-feira do executivo municipal.

Os apoios são divididos em três escalões. O “A” corresponde a um apoio mensal de 100 euros e foi atribuído a 105 candidatos; o escalão B é de 75 euros e foi atribuído a 159 candidatos; o escalão C corresponde a um apoio de 50 euros mensais e foi atribuído a 39 candidatos.

O presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, fala numa «retaguarda importante para aliviar o peso que as despesas com a habitação têm no orçamento das famílias famalicenses». O valor das rendas continua a ser «um problema para muitas famílias e, por isso, faz todo o sentido que a Câmara Municipal continue atenta e disponível para as apoiar. Tem sido assim nos últimos anos e vai continuar a ser», garante o autarca.

Este ano regista-se um novo aumento do investimento municipal afeto a este programa e do número de famílias beneficiadas. Em 2021, o investimento fixou-se nos 284 mil euros, beneficiando 287 famílias.

Recorde-se que as candidaturas ao programa “Casa Feliz – Apoio à Renda” decorreram até 31 de janeiro deste ano.

Para além da vertente de apoio às rendas, em vigor desde 2012, o programa Casa Feliz arrancou em 2005 para apoio às obras. Com este projeto, as famílias que mais precisam têm acesso a um apoio financeiro até 5 mil euros para a realização de obras de reparação da habitação, proporcionando as condições mínimas de bem-estar.

Na reunião do executivo desta quinta-feira vão estar também em análise mais 12 candidaturas apresentadas ao “Casa Feliz – Obras”, num investimento que ronda os 60 mil euros. Recorde-se que desde o seu lançamento, já foram concretizados várias centenas de processos de reabilitação, tendo o município investido mais de um milhão de euros.