Concelho

Miguel Campos, sem apoios, fica fora do Rali de Portugal

Miguel Campos, melhor português nos dois últimos anos, é um dos grandes ausentes no Rali de Portugal de 2018, devido a falta de apoios.

O piloto de Famalicão, o melhor entre os portugueses que alinharam nas duas últimas edições do Rali de Portugal, não escondeu à Lusa “alguma tristeza” por ficar de fora.

“Tenho muita pena, pois gostava imenso de voltar a lutar por ser o melhor português”, confessou, justificando: “Este ano tínhamos um projeto fazer todo o campeonato nacional, mas houve um patrocinador que tínhamos que queria alguns requisitos cumpridos e acabámos por perder esse apoio que seria importante”.

De acordo com Campos, “não foi fácil arranjar os apoios para fazer a época toda e fazer só o Rali de Portugal iria hipotecar o projeto” que tem para 2018, acrescentando que ainda conta fazer algumas provas do Europeu ou do Mundial.

Para 2019, o piloto de Famalicão avançou à Lusa que “o objetivo é concretizar o projeto que nesta altura está a ser preparado” e que terá “a consistência necessária para ser um projeto vencedor”.

“Quem me conhece sabe que eu quando entro é para ganhar e espero para o ano ter essas condições reunidas”, disse o campeão nacional de 2002.

O Rali de Portugal, é a quarta prova do Campeonato de Portugal de Ralis 2018, depois de Fafe, Açores e Mortágua, todas em piso de terra, também pontuável para o Mundial de Ralis 2018 e que decorre este ano entre 17 e 20 de maio.

Para as contas do nacional, apenas contam as classificativas da primeira etapa, ou seja, até final da secção da manhã de sábado.

Previous post

Serviços municipais saem da Casa da Cultura para preservar e valorizar edifício

Next post

Requalificação da esquadra da PSP de Famalicão está em marcha

Cidade Hoje