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Gant dispensa parceiro local para reabrir lojas em Portugal

O presidente executivo da Gant, Patrik Nilsson, garantiu ao Negócios que a empresa “não está à procura de outro parceiro” comercial em Portugal, na sequência da falência do grupo Ricon.

As lojas que vier a abrir no mercado nacional vão ser geridas directamente pela marca que tem sede na Suécia, interrompendo assim o modelo adoptado há mais de duas décadas.

Foi ainda nos anos 1980 que a Ricon firmou uma parceria com este grupo internacional de origem americana, tendo assegurado na altura o exclusivo da distribuição em Portugal – a primeira loja no país surgiu em 1992.

Com o desaparecimento do grupo de Famalicão, incluindo a empresa (Delveste) que detinha a operação de retalho e empregava 200 pessoas, fecharam nas últimas semanas as cerca de 20 lojas que tinha no país. Suécia, Inglaterra, França, Benelux e Alemanha são alguns dos mercados em que está a seguir este modelo, contando actualmente com 750 lojas próprias em todo o mundo – além dos quatro mil retalhistas com que trabalha a nível global. “Em muitos dos mercados temos o conhecimento sobre como dirigir as lojas e devemos optar por esse modelo também em Portugal”, adiantou Patrik Nilsson ao Jornal de Negócios.

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