Esta sexta-feira, na antevisão ao jogo frente ao Nacional, da 27.ª jornada, Hugo Oliveira disse que espera dificuldades, «diante de uma equipa boa, que tem tido resultados que não são condizentes com as suas prestações e que está numa luta importante».
Mas o mister promete um FC Famalicão fiel ao seu jogo e preparado para enfrentar o adversário. Avisa para o estilo vertical do adversário, «que sabe defender e proteger a sua baliza».
Se vencer o Nacional, o FC Famalicão somará cinco vitórias seguidas em casa, o que seria um registo histórico, mas para o técnico é apenas um incentivo extra e nada mais.
A posição na tabela classificativa indica, também, que o FC Famalicão tem muitas hipóteses de chegar às competições europeias, mas Hugo Oliveira prefere falar do presente. «Somos uma equipa extremamente ambiciosa, um clube extremamente ambicioso. A querer ganhar todos os jogos e a querer ser melhor amanhã», assume. Voltando a dizer que não compete com o clube A ou B, mas com todas as equipas da Liga.
Uma curiosidade é que o FC Famalicão ainda não conseguiu um golo de grande penalidade (é a única equipa da Liga) apesar de ser das equipas que mais passes faz na área adversária e das que mais faltas sofre. O treinador sorri e diz que não tem explicação, mas que também não quer penáltis que não sejam precedidos de falta.
Outra marca deste clube, é que Hugo Oliveira completou 50 jogos como treinador principal (e apenas ao serviço do FC Famalicão). Para ele, é sinónimo de «felicidade e muito orgulho por representar esta casa», frisa, mencionando que está perfeitamente identificado com a filosofia do clube «que quer ser sempre melhor». Por isso, sobre o futuro promete novidades para breve.
Ainda sobre este percurso, não esconde que o primeiro jogo ao serviço do FC Famalicão «foi especial», mas também o último diante do Vitória, por sentir, de forma especial, «o afeto dos nossos adeptos».
Nesta conferência de imprensa, Hugo Oliveira começou por endereçar as condolências à família do Silvino Louro, que faleceu esta quinta-feira. «Portugal perdeu um grande atleta, um guarda-redes, um fantástico treinador de guarda-redes, mas acima de tudo um ser humano muito bonito, que contagiava pelo seu sorriso, pela forma de estar muito positiva. Passei muitos bons momentos com ele», recorda.
Desejou, ainda, sucesso às equipas portuguesas que têm feito um trajeto «fantástico na Europa. Foi mais uma grande semana do futebol português», reage, apontando que também reflete a competitividade da Liga Portuguesa.