Fenprof diz que há surtos de Covid em 122 escolas e divulga lista

A Fenprof divulgou, esta sexta-feira, uma lista com as escolas onde esta organização apurou existirem surtos de Covid-19.

Os surtos identificados registam-se em 106 estabelecimentos de ensino públicos e 16 privados, distribuídos por 66 concelhos:

 

Bragança:

AE Emídio Garcia

Vila Real:

AE Diogo Cão (EB do Prado, Ferreiros)

Valença:

AE Muralhas do Minho

Monção:

AE de Monção

Ponte de Lima:

AE António Feijó

Viana do Castelo:

AE Monte da Ola; AE de Paredes de Coura;

AE Santa Maria Maior;

AE de Monserrate

Braga:

AE D. Maria II;

EB1 de São Mamede;

Colégio Luso Internacional de Braga;

EB de Lamaçães;

EB de Tenões

Famalicão:

EB de Gavião

Guimarães:

Escola Secundária Francisco de Holanda;

EB 2.3 Egas Moniz;

EB 2.3 Caldas das Taipas

Barcelos:

EB 2.3 Abel Varzim;

Centro Infantil de Barcelos

Felgueiras:

Centro Escolar da Lixa;

Escola Secundária da Lixa

Lousada:

Centro Escolar de Lustosa;

EB 2.3/S de Lustosa;

Escola Secundária de Lousada

Lourosa:

JI de Fonte Seca;

EB1 de Fonte Seca

Marco de Canavezes:

Jardim de Infância de Alpendurada

Santo Tirso:

AE D. Dinis

Póvoa de Varzim:

Centro Social Bonitos de Amorim;

Colégio de Amorim

Vila do Conde:

AE Frei João;

AE D​. Afonso Sanches

Porto:

Colégio Eurythmia;

Liceu Francês;

Colégio de Nossa Senhora do Rosário;

Escola Secundária Clara de Resende;

Escola Secundária Carolina Michaellis;

Escola Secundária Garcia da Orta;

Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves (Valadares)

Vila Nova de Gaia:

EB 2.3 Teixeira Lopes;

AE de Canelas;

AE da Madalena (EB Marmoiral);

EB Dr. Costa Matos

Vizela:

EB de Caldas de Vizela

Matosinhos:

Escola Secundária da Senhora da Hora;

Escola Secundária da Boa Nova

Valongo:

AE Vallis Longus;

Escola do Calvário

Gondomar:

Colégio Paulo VI

Espinho:

JI da EB1 n.º 3

Aveiro:

EB 2.3 Rio Novo do Príncipe (Cacia)

Penedono:

EB 2.3 de Penedono

Cinfães:

EB 2.3 de Cinfães

Viseu:

Escola Secundária de Viriato

Vila Nova de Paiva:

AE de Vila Nova de Paiva;

JI de Vila Cova à Coelheira

Guarda:

Escola Secundária Afonso de Albuquerque

Seia:

AE de Seia

Trancoso:

AE de Trancoso

Aguiar da Beira:

AE de Aguiar da Beira

Belmonte:

EB Pedro Álvares Cabral

Covilhã:

Escola Secundária Frei Heitor Pinto;

Escola Secundária Campos Melo

Castelo Branco:

Escola Secundária Nun’Álvares

Fundão:

Escola Secundária do Fundão

Coimbra:

EB1 Solum Sul;

Escola Secundária da Quinta das Flores;

Escola Secundária Jaime Cortesão;

Centro de Bem-Estar Infantil do Movimento de Casais de Santa Maria;

AE Rainha Santa Isabel (EB1 de Sargento-Mor);

Escola Secundária Avelar Brotero

Cantanhede:

EB 2.3 de Cantanhede

Lousã:

EB2 da Lousã

Leiria:

Escola Secundária Afonso Lopes Vieira;

EB2.3 D. Dinis;

Escola Profissional de Leira

Santarém:

AE Ginestal Machado;

AE Alexandre Herculano;

JI de Gançaria

Entroncamento:

JI da Zona Verde;

Escola Secundária do Entroncamento

Tomar:

Escola Secundária Jácome Ratton

Torres Novas:

EB1 de Santa Maria

Ourém:

Escola Secundária de Ourém

Lisboa:

Colégio do Planalto;

EB1/JI das Laranjeiras;

Escola Alemã;

Colégio Mira Rio;

AE das Olaias (JI do Armador);

Escola Artística António Arroio

Loures:

EB Luís Sttau Monteiro;

Colégio Bartolomeu Dias (Santa Iria de Azoia)

Mafra:

JI de Venda do Pinheiro;

EB2.3 de Venda do Pinheiro;

AE Bento Franco (Ericeira);

AE Armando Lucena (Malveira);

EB Dr. Sanches de Brito

Cascais:

St. Julian’s School (Carcavelos);

Colégio Marista (Carcavelos)

Sintra:

Escola Secundária de Leal da Câmara (Rio de Mouro);

AE Miguel Torga

Almada:

Escola Secundária Anselmo Andrade

Palmela:

Escola Secundária de Palmela

Sesimbra:

EB 2.3 Navegador Rodrigues Soromenho

Setúbal:

EB 1.2 Brejoeira;

EB 22.3 José Maria dos Santos

Portalegre:

Escola Secundária Mouzinho da Silveira

Castelo de Vide:

JI do AE de Castelo de Vide

Cuba:

AE de Cuba

Faro:

Escola Secundária Pinheiro e Rosa;

EB 2.3 Afonso III;

AE João de Deus

Portimão:

AE Eng. Nuno Mergulhão;

AE Poeta António Aleixo;

EB Coca Maravilhas

Lagos:

JI da Ameixeira (AE Gil Eanes)

Loulé:

Creche da Fundação António Aleixo (Quarteira)

Olhão:

JI de Moncarapacho

Tavira:

Escola Secundária Jorge Augusto Correia

Castro Marim:

AE de Castro Marim

Vila Real de Santo António:

AE D. José I;

AE de Vila Real de Santo António

Metade dos portugueses endivida-se devido ao aumento do custo de vida

Metade dos consumidores portugueses que enfrentam dificuldades financeiras aponta o aumento do custo de vida como o principal motivo para o endividamento. A conclusão é de um estudo da Intrum, que destaca o impacto do aumento dos preços de bens essenciais, como alimentação e energia, nos orçamentos familiares.

Segundo o relatório, 43% dos portugueses referem despesas inesperadas, como emergências familiares ou despesas médicas, como causa das dívidas, enquanto 34% dizem que os seus salários ou rendimentos não acompanharam o aumento do custo de vida.

Apesar das dificuldades, 77% dos consumidores afirmam conseguir pagar as contas dentro do prazo. Ainda assim, o valor representa uma descida face a 2024, quando 85% diziam conseguir cumprir os pagamentos atempadamente, o que indica maior pressão financeira sobre as famílias.

O estudo revela também diferenças regionais. Nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores, 71% dos consumidores apontam o custo de vida como principal motivo para dificuldades financeiras. Já no Alentejo, 82% referem despesas inesperadas como fator determinante. Na Área Metropolitana de Lisboa, mais de metade dos consumidores (56%) queixam-se de que os rendimentos não acompanharam o aumento dos preços.

Nos últimos seis meses, 46% dos portugueses recorreram ao cartão de crédito para pagar contas ou outras despesas, enquanto 19% afirmaram ter pedido dinheiro emprestado.

O estudo “European Consumer Payment Report” foi realizado em agosto de 2025, com base num inquérito a 20 mil consumidores de 20 países europeus, incluindo mil em Portugal.

GNR alerta para aumento de acidentes com trotinetes elétricas

A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou, entre 2019 e 2025, cerca de 1.900 acidentes na via pública que envolveram trotinetes elétricas, dos quais resultaram 10 vítimas mortais.

Os dados divulgados pela força de segurança indicam um aumento da sinistralidade associada à micromobilidade. Só entre o início do ano e 28 de fevereiro já foram contabilizados 72 acidentes.

Até 2021, o número de ocorrências mantinha-se relativamente baixo, com menos de 25 acidentes por ano. No entanto, em 2023 verificou-se uma subida acentuada, com 547 acidentes, número que voltou a aumentar em 2024, atingindo o máximo de 706.

No total dos últimos sete anos, os acidentes provocaram ainda 88 feridos graves e 1.442 feridos ligeiros. O maior número de feridos leves foi registado em 2024, com 548 casos.

Segundo a GNR, entre as principais causas destes acidentes estão a circulação em locais proibidos, como os passeios, o desrespeito pela sinalização e a falta de utilização de equipamentos de proteção.

A guarda lembra que as trotinetes elétricas são equiparadas a velocípedes e, por isso, os seus utilizadores devem cumprir as regras do Código da Estrada. A utilização de capacete é recomendada, bem como o uso de material retrorrefletor e a verificação da existência de luz branca à frente e vermelha atrás.

As autoridades sublinham ainda que as trotinetes devem circular nas ciclovias ou, quando estas não existirem, na faixa de rodagem junto à berma, sendo proibida a circulação nos passeios. Cada trotinete destina-se apenas a uma pessoa e os condutores estão sujeitos às mesmas taxas de álcool aplicadas aos automobilistas.

Mercadona cresce em Portugal e aumenta lucros

A Mercadona registou um crescimento nas vendas em 2025, atingindo os 41.858 milhões de euros, mais 8% do que no ano anterior. O lucro líquido da cadeia de supermercados subiu 25%, fixando-se nos 1.729 milhões de euros.

Do total das vendas, 2.092 milhões de euros correspondem ao negócio em Portugal, onde a empresa terminou o ano com 69 lojas. Desde a entrada no país, em 2019, a Mercadona já investiu mais de 1.230 milhões de euros e alcançou, pelo segundo ano consecutivo, resultados positivos, com 26 milhões de euros de lucro.

A empresa criou ainda cinco mil novos postos de trabalho em 2025, dos quais 500 em Portugal, passando a contar com cerca de 115 mil trabalhadores entre Portugal e Espanha.

Para os próximos anos, a Mercadona prevê investir cerca de 3.700 milhões de euros no desenvolvimento de um novo modelo de loja, com maior foco em produtos frescos e numa experiência de compra mais simples para os clientes.

BP aplica maior subida no preço dos combustíveis em Portugal

A BP foi a marca que mais aumentou os preços dos combustíveis em Portugal, segundo dados das plataformas online que monitorizam diariamente os valores praticados nos postos de abastecimento.

De acordo com essas plataformas, a BP aumentou o preço da gasolina em 8,5 cêntimos por litro e o do gasóleo em 21,5 cêntimos. Já a Galp subiu 7 cêntimos na gasolina e 20,5 cêntimos no gasóleo, enquanto a Repsol aumentou 8 cêntimos na gasolina e 20,5 cêntimos no gasóleo.

Esta subida está relacionada com a instabilidade provocada pela guerra que decorre no Médio Oriente, que tem pressionado os mercados internacionais do petróleo.

As previsões para esta semana apontavam para um aumento de cerca de 19 cêntimos no gasóleo e 7,5 cêntimos na gasolina, valores que acabaram por ser ultrapassados no caso da BP.

Atenção ao supermercado: Preços devem subir ‘à custa’ da guerra e dos combustíveis

A subida do preço dos combustíveis pode vir a refletir-se no custo do cabaz alimentar, mas o impacto ainda não é imediato. A associação de defesa do consumidor DECO diz que os efeitos só deverão começar a notar-se nas próximas semanas.

Em declarações à SIC, o porta-voz da DECO explica que o preço dos combustíveis influencia toda a cadeia de distribuição. Nuno Figueiredo afirma que se trata de “uma cascata de acontecimentos”, lembrando que os combustíveis são essenciais para transportar os produtos até ao consumidor.

Também o setor da distribuição admite que os aumentos podem demorar algum tempo a chegar aos supermercados, mas que poderão tornar-se visíveis dentro de um ou dois meses se a tendência se mantiver.

Entretanto, o cabaz alimentar já atingiu um dos valores mais altos dos últimos anos. De acordo com a monitorização da DECO, ronda atualmente os 253 euros, cerca de 70 euros acima do valor registado em 2022.

A associação alerta ainda que outros fatores, como o mau tempo recente, podem vir a pressionar os preços nas próximas semanas. Caso os alimentos continuem a subir, isso poderá também contribuir para um aumento da inflação e influenciar futuras decisões do Banco Central Europeu sobre as taxas de juro.

Combustíveis já estão mais caros… e a grande subida chega esta segunda

Vários consumidores relatam que os preços dos combustíveis já começaram a aumentar nos últimos dias, apesar de o grande agravamento ser esperado esta segunda-feira.

Na última sexta-feira foi tornado público que o gasóleo poderá subir cerca de 19 cêntimos por litro e a gasolina 7,5 cêntimos, um aumento associado à tensão que se vive no Médio Oriente.

Desde então, são vários os internautas que, nas redes sociais, dão conta de subidas sucessivas e diárias no preço apresentado nas bombas de combustível.

A explicação prende-se com o facto de, em Portugal, os postos de abastecimento terem liberdade para definir os preços, podendo alterá-los a qualquer momento, sem um critério ou calendário obrigatório. Por isso, apesar da previsão de aumento para segunda-feira, alguns postos já começaram a refletir a subida nos valores praticados.