Fecho do grupo Ricon começa hoje a ser tratado, mais de 600 pessoas vão para o desemprego

Pedro Pidwell, o administrador nomeado pelo tribunal para gerir a insolvência da Ricon disse, em entrevista ao JN/Dinheiro Vivo, que a continuidade das oito empresas do grupo que opera em Famalicão não é viável.

O encerramento acaba por ser a única opção depois de recusadas pela Gant todas as alternativas que podiam garantir a continuidade das fábricas.

As assembleias de credores das várias empresas do grupo arrancam esta segunda-feira e a proposta que vai ser apresentada pelo administrador de insolvência é o encerramento das fábricas e o despedimento dos cerca de 600 funcionários que nelas trabalham.

Este processo também vai afetar a rede de 20 lojas Gant espalhadas pelo país que deverão fechar portas.