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Famalicão dá mais sangue do que o resto do país

Jorge Paulo Oliveira, deputado à Assembleia da República, visitou esta segunda-feira, a Associação de Dadores de Sangue de Vila Nova de Famalicão. No encontro com os dirigentes da associação, o deputado do PSD ficou a saber que em Vila Nova de Famalicão, desde 2013 até ao ano passado, as dádivas de unidades de sangue subiram 75%. A informação foi dada por Joaquim Vilarinho, presidente da Direção. Apesar desta perspetiva positiva, Joaquim Vilarinho, realçou que é preciso não descurar as colheitas de sangue, salientou, ainda, que o sangue recolhido não é apenas usado para transfusões, já que o plasma é igualmente aproveitado para a produção de medicamentos.

Outra preocupação da associação é a baixa dádiva de dadores entre os 18 e 24 anos. Segundo Joaquim Vilarinho esta situação é explicável, em parte, pelos constrangimentos que o Estado coloca nas ações de recolha junto dos estabelecimentos de ensino, impondo o Instituto Português do Sangue e Transplantação (IPST) recolhas mínimas desajustadas da realidade.

No final do encontro, Jorge Paulo Oliveira assumiu que Vila Nova de Famalicão «deve orgulhar-se do seu movimento associativo. Também em torno da dádiva de sangue, a sua associação representativa é, para nossa felicidade, um parceiro muito ativo, empenhado e entrosado quer com o Banco de Sangue do Hospital de Famalicão quer com o Instituto Português de Sangue. O altruísmo e o voluntarismo dos seus dadores, dizem muito da afirmação da cidadania dos famalicenses».

Nesta reunião de trabalho onde marcaram também presença Manuel Sanches, vice-presidente da direção, e Camilo de Freitas, presidente da Mesa da Assembleia Geral, foram abordados alguns mitos como a impossibilidade de serem dadores de sangue os idosos, os tatuados, as grávidas e as pessoas com piercings.

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