Famalicão: Carlos Sousa é o primeiro presidente da Casa da Memória Viva

Na noite do dia 24 de julho, às 20h30, no auditório da União de Freguesias de VN Famalicão e Calendário, tomam posse os primeiros órgãos sociais da Casa da Memória Viva.

A associação terá como primeiro presidente da Direção, Carlos Sousa, enquanto que Armindo Vilaça e Joaquim Vilarinho presidirão, nos próximos três anos, à Mesa da Assembleia Geral e ao Conselho Fiscal.

Carlos de Sousa vai presidir à direção depois da candidatura que liderou ter vencido o ato eleitoral que colocou um ponto final no trabalho da Comissão Instaladora, a quem se fica a dever a criação da associação que foi fundada em 2019 e trabalha na área das doenças neurodegenerativas e do património cultural imaterial.

O objetivo é, agora, «implantar definitivamente a associação na comunidade, enraizando-a no tecido associativo concelhio», assume Carlos Sousa, que já liderava a Comissão Instaladora.

A tomada de posse abrirá a primeira assembleia geral ordinária da CMV, reunião que também vai apreciar o relatório de atividades e contas da associação durante o seu primeiro ano de vida.

Os primeiros órgãos estatutários da Casa da Memória Viva foram eleitos, por unanimidade, a 27 de junho passado.

A candidatura apresentou-se com o lema “Famalicidade: a memória que temos e a que nos falta” e para a direção foram eleitos, com o presidente, os associados fundadores Carlos Folhadela Simões (vice-presidente), António Peixoto (tesoureiro), José Duarte Lacerda (secretário) e Conceição Oliveira, Filipe Soutinho e Carlos Barbosa (vogais).

Na Mesa da Assembleia Geral, Armindo Vilaça terá a seu lado Paula Cristina Sampaio de Matos (vice-presidente) e João-Afonso Machado (secretário). No Conselho Fiscal, Joaquim Vilarinho tem a companhia de João Pedro Araújo (vice-presidente) e Amélia Oliveira (secretária).

A CMV ambiciona ser «um catalisador da sociedade civil», com o foco em quatro frentes: organização interna, ação solidária, cooperação interassociativa e ação cultural.