Famalicão: Boletim Cultural «é importante para a identidade concelhia»

Já foi apresentada publicamente a nova série do Boletim Cultural de Famalicão. O volume, que corresponde aos números 12 e 13, é composto por 556 páginas e divide-se em quatro capítulos: “Da fundação do concelho. Bernardino Machado e as liberdades municipais”; “Arte e Património”; “Do Local ao Global” e “História do Presente”.

A apresentação decorreu na segunda-feira, dia 22 de março, e já está disponível para download em www.famalicao.pt/boletim-cultural. A publicação física pode ser consultada na Rede Pública de Bibliotecas Municipais e adquirida no Livraria Municipal, situada na Casa do Território, no Parque da Devesa.

Na apresentação, o presidente de Câmara, Paulo Cunha, elogiou a obra que disse ser «importante para assegurar que a nossa identidade se mantenha e para permitir que no futuro existam registos documentais e referências ao nosso percurso e à nossa história».

Editado pela primeira vez em 1980, o Boletim Cultural é uma das mais antigas publicações do género em Portugal.

A obra reúne um conjunto de trabalhos de investigação da autoria de credenciados historiadores que têm dirigido o seu olhar para a memória e identidade de Vila Nova de Famalicão. São eles: A. Martins Vieira, António Gonçalves, António Joaquim Pinto da Silva, António José Queiroz, Arminda Ferreira, Arquivo Municipal Alberto Sampaio, Artur Sá da Costa, Felisbela Oliveira Leite, Filipa Sousa Lopes, Gonçalo Ferreira, Isabel Barca, Jerónimo de Sousa, João Afonso Machado, Jorge Fernandes Alves, José Carlos de Castro Amorim, José Manuel Gonçalves de Aguiar, José Manuel Lages, Luís Alberto Alves, Luís Gonzaga Cardoso, Nelson Pereira, Norberto F. Cunha, Odete Paiva e Rogério Bruno Guimarães Matos.

«Voltamos a contar com um conjunto de trabalhos inéditos, de uma enorme qualidade científica e de áreas de investigação muito variadas e inovadoras», referiu Artur Sá da Costa, coordenador do projeto, que considerou ser «um hino de afirmação do poder local e um bom manual para se acompanhar a evolução cultural de Vila Nova de Famalicão».

Para além dos artigos científicos, a publicação é ainda enriquecida com um olhar fotográfico patrimonial sobre as caixas do correio em Vila Nova de Famalicão.