Famalicão: A nova Praça é um espaço de comércio e de lazer

Sessenta e nove anos depois, a renovada Praça-Mercado Municipal de Vila Nova de Famalicão abre portas ao público no próximo domingo, dia 25 de abril, às 9 horas.

A sessão protocolar de inauguração, com a presença do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, do presidente da CCDR-N, António Cunha, e do Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, entre outras entidades, está agendada para as 15 horas e terá transmissão em direto nas páginas oficiais do facebook do Município de Famalicão e da Praça – Mercado Municipal.

Neste primeiro dia, a Praça – Mercado Municipal estará aberta ao público até às 17 horas, já com funcionamento do mercado permanente, mercado cíclico, zona de restauração e das lojas exteriores.

O acesso ao espaço será condicionado em função da situação pandémica, tendo uma limitação de cem pessoas. É obrigatória a utilização de máscara, o distanciamento social e a desinfeção das mãos.

O Mercado Municipal renasce com o nome que os famalicenses lhe chamaram ao longo das décadas – a Praça, mas mais moderno, mais atrativo, mais funcional e potenciador de novas experiências aos seus utilizadores. Será, também, um espaço para novas vivências culturais e urbanas, assentes num estilo de vida mais saudável e com mais qualidade.

A zona de restauração, com esplanada coberta e ao ar livre, tem sete restaurantes; o lugar dos frescos destinado a talhos, peixarias, frutaria e flores está equipado com 6 peixarias, 2 talhos, 6 bancas de frutas e legumes, 3 floristas e ainda 2 espaços de queijaria/charcutaria.

Referência, ainda, para o mercado dos lavradores, que é reservado à venda direta e ocasional de produtos agrícolas, agroalimentares e pecuários por parte dos produtores locais, e que terá a presença rotativa de perto de quatro dezenas de comerciantes.

Nas lojas de rua existem mais de uma dezena de negócios variados, como arranjos de vestuário; retrosaria; drogaria; barbearia; ourivesaria; lavandaria; padaria, restaurante e café snack-bar.

Destaque, nesta nova Praça, para um espaço de cozinha experimental para promoção de workshops, degustações e showcooking; para os espaços ajardinados que permitem descontrair e respirar.

Para o presidente da Câmara, a Praça – Mercado Municipal de Famalicão «é muito mais do que um local, é uma dinâmica, é uma forma de produzir e consumir». Paulo Cunha sublinha que as portas do mercado «vão muito além dos limites territoriais» porque a «Praça será o espaço âncora de uma nova estratégia de promoção, valorização e divulgação de todos os produtores locais famalicenses, que transcende das fronteiras físicas do mercado».

Com um custo total de quatro milhões de euros, a intervenção contou com verbas aprovadas no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), assinado entre a autarquia e o Programa Operacional Norte 2020, que garantiram um cofinanciamento FEDER de 3,1 milhões de euros.