Exposição “Como a sombra a vida foge” na Fundação

A exposição “Isabel Meyrelles – como a sombra a vida foge”, é inaugurada às 19 horas do dia 15 de novembro, na Fundação Cupertino de Miranda.

Ao longo da exposição podemos reconhecer homenagens, a familiares e amigos, na forma de bustos e alto-relevos, mas também a personalidades que a artista admirava, como René Magritte, Alexandre O’Neill e André Breton.

A Fundação Cupertino de Miranda, que já tinha organizado, há 15 anos, uma exposição de esculturas de Isabel Meyrelles, apresenta, agora, uma exposição com 84 das 105 obras reunidas em catálogo, que contempla não só obras do seu acervo, mas também da coleção da artista, de colecionadores particulares e galerias.

Esta exposição, que pode ser vista até 14 de março do próximo ano, é uma homenagem a Isabel Meyrelles, que contribuiu, de alguma forma, para o nascimento do acervo surrealista na Fundação Cupertino de Miranda, a par de outros nomes importantes do Surrealismo Nacional. A exposição abrange todas as fases da artista onde a influência surrealista está presente em várias obras.

Esta poeta, tradutora, escultora e criadora de objetos e sonhos surrealistas nasceu a 29 de abril de 1929, em Matosinhos.

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