Exportações têxteis com quebra no mês de setembro

No mês de setembro, as exportações de têxteis e vestuário voltaram a terreno negativo, com quebra homóloga de 7%. O maior impacto é no vestuário, com uma descida de 11,9%, o que corresponde a 26 milhões de euros; têxteis no geral (exceto têxteis-lar) tiveram uma quebra de 3,3%, ou seja, de 2,4 milhões; só os têxteis lar têm nota positiva, com crescimento de 3,7%, acréscimo de 2,3 milhões.

O valor mensal exportado foi de 357 milhões de euros, menos 7,1% do que mês homólogo. Ainda assim, a maior quebra foi em abril, com uma descida de 42,2%; recuperou em agosto, com uma taxa positiva de 0,7%, mas voltou a cair no mês seguinte.

Em termos cumulativos, de janeiro a setembro, os têxteis e vestuário acumulam um valor exportado de 3.424 milhões de euros, menos 13% do que o verificado no ano transato.

Entre os artefactos têxteis que mais cresceram estão os moldes para vestuário, máscaras, tecidos recobertos com plástico, fitas, fios de algodão, tecidos de algodão e redes de malha tipo pesca.

Neste registo de quebra, acompanham Portugal Espanha (descida de 15%), Itália (-14%) e Turquia (-2,4 milhões). No lado oposto estão a crescer China (+64%), República Checa (+23%) e Polónia (+26%).