Escolas de Joane e Ribeirão precisam de obras urgentes

Escolas de Joane e Ribeirão precisam de obras urgentes

O deputado à Assembleia da República, Jorge Paulo oliveira, visitou na manhã de segunda-feira, dia 12 de março, uma escola de Joane e outra de Ribeirão.

Acompanhado do Vereador da Educação, Leonel Rocha e do novo Presidente da concelhia da JSD, Nuno Moreira, de autarcas e de outros dirigentes do PSD e da JSD, o deputado famalicense teve a “oportunidade de se inteirar dos problemas com que se confrontam, alunos, professores e pessoal não docente” da EB2,3 de Ribeirão e da Escola Secundária Padre Benjamim Salgado, em Joane, problemas que o parlamentar afirma “constituírem obstáculos, não menosprezáveis, ao sucesso escolar dos alunos”.

Os equipamentos, ambos inaugurados em 1983, evidenciam problemas de infiltração, bem como de isolamento térmico e acústico, que causam natural desconforto aos seus utilizadores. Além disso estão, de igual modo, completamente desajustados daquilo que são hoje os padrões conceptuais de uma escola moderna e funcional.

As obras que tem sido feitas de conservação, muitas delas custeadas pelas associações de pais ou subsidiadas pela câmara municipal, são claramente insuficientes para os níveis de qualidade que os conselhos diretivos se esforçam por oferecer aos seus alunos.

Se em Ribeirão, estão programadas obras de requalificação significativas que irão resolver parcialmente alguns dos problemas, já em Joane, não há perspetiva de qualquer intervenção de fundo a levar a efeito pelo Ministério da Educação. Recorde-se que a Escola Padre Benjamim Salgado estava inserida nas obras da 3ª fase a realizar pela “Parque Escolar”, o que nunca viria a acontecer. No concelho, esta é, aliás, a única escola secundária que não foi substituída por um equipamento mais moderno, circunstância que, na opinião do deputado social democrata, “cria objetivamente uma situação de desigualdade entre alunos de um mesmo concelho”.

Jorge Paulo Oliveira, recordou que o Governo, no inicio de fevereiro de 2017, anunciou que “nos próximos meses”, arrancaria com obras num “número significativo” de escolas, mais concretamente em duas centenas com o 2.º e 3.º ciclo e ensino secundário, tendo disponível para o efeito 200 milhões de euros.

Jorge Paulo Oliveira, quer ver este assunto no espectro das preocupações do governo, assumindo que nas próximas semanas levará a temática ao conhecimento da tutela.

 

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