Empresa famalicense em Palma, Moçambique, na altura dos ataques

A empresa famalicense Gabriel Couto tinha trabalhadores numa obra em Palma, vila de Moçambique atacada por grupos armados. Os trabalhadores conseguiram sair ilesos. Saíram de barco, no sábado, e nunca estiveram em perigo iminente, apesar do risco e da ansiedade porque que passaram, conta a agência Lusa.

A Gabriel Couto tinha 20 trabalhadores em Palma (17 locais e três estrangeiros).

Recorde-se que os 20 trabalhadores estavam a preparar as condições para o regresso às obras em Afungi de cerca de 250 colegas, depois de as duas empreitadas terem sido interrompidas na sequência de um anterior ataque terrorista em janeiro.

Revela a Lusa que a Construções Gabriel Couto aguarda com «expectativa e esperança por instruções» da Total. Esta empresa famalicense está há 20 anos a construir infraestruturas em Moçambique.

A empresa portuguesa tem em mãos dois empreendimentos em Afungi: construção de uma pista de aviões de 2.300 metros de comprimento, terminal de passageiros, casa para bombeiros e torre de controlo, e a construção de estradas no interior do complexo da Total.