Concelho

E que tal uma palavrinha?

IRREALISMO. Eduardo Cabrita, é o típico político da promessa fácil, prática entre nós levada ao expoente máximo por José Sócrates. O governo que, literal e tragicamente, deixou um país a arder no ano passado é o mesmo que nos anuncia agora que os manifestamente insuficientes helicópteros ao dispor da Autoridade Nacional de Proteção Civil no combate aos incêndios vão,igualmente,ser usados na fiscalização da velocidade excessiva. A falta de seriedade é tal que poderíamos ser levados a pensar que o ministro da Administração Interna estaria a brincar. Infelizmente não estava.

BRASIL. As pessoas que andam por aí escandalizadas com mais uma sentença judicial de condenação de Lula da Silva, esquecem-se que foi durante o mandato daquele que o mundo conheceu o gigantesco esquema de corrupção, conhecido por mensalão”, que permitiu ao PT, o Partido de Lula, tomar conta do aparelho do Estado, controlar a policia, distribuir dividendos, favorecer empresas e amigos, perseguir adversários e coagir a justiça. Desengane-se a esquerda, brasileira e portuguesa, se pensa que a sua habitual conversa da defesa dos mais fracos e os costumeiros tiques de superioridade moral vão alterar o curso da história.

 

PALAVRINHA. 463 vidas à espera de um novo futuro. É este o número de trabalhadores colocados na condição de desempregados depois do encerramento da antiga “Triumph”. O ponto final da empresa em Portugal, aqui implantada desde 1961 e vendida à Têxtil Gramax Internacional em maio de 2016, deixou em evidência que não temos um Ministro da Economia. Não porque este tenha responsabilidades no encerramento da empresa, mas porque perante a situação dramática vivida por aquelas famílias não ter sido capaz de dizer o que quer que fosse ao país.  Onde anda o ministro Caldeira Cabral, que há um ano atrás, em mais uma ação de propaganda governativa, se passeou na Gramax apresentando-a como um caso de sucesso ao nível europeu? Onde pára o ministro Caldeira Cabral que anunciou milhões de euros de investimento na Gramax os quais iriam, assegurava, gerar dezenas de novos postos de trabalho? Afinal o que correu mal? É capaz de dar uma palavrinha aos portugueses?

Jorge Paulo Oliveira

(Deputado do PSD na Assembleia da República)

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