Covid-19: Escolas estão a preparar planos de contingência

“Temos até segunda-feira para entregar os planos de contingência por causa do novo coronavírus. Até ao momento este é um assunto que ainda não surtiu qualquer stress nas escolas”, disse à Lusa Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

Filinto Lima lembrou que esta não é a primeira vez que as escolas têm de fazer planos de contingência por causa de uma epidemia de gripe: Em 2009, a pandemia da Gripe A (H1N1) também obrigou os diretores a desenhar um plano de intervenção.

“Nós temos o apoio do centro de saúde, se precisarmos, por isso não é complicado”, garantiu, explicando que esses planos vão definir regras como os procedimentos a tomar no caso de aparecer alguém com sintomas, quais os espaços que devem ser usados e para onde devem ser reencaminhadas as pessoas para ficarem em isolamento.

Filinto Lima lembrou ainda que as escolas têm estado atentas ao fenómeno e têm desenvolvido sessões de esclarecimento para falar sobre o vírus com alunos, funcionários e professores. “É importante que as pessoas não entrem em pânico”, defendeu, referindo o caso daquela que ficou conhecida como Gripe A, que provocou mais medo do que doentes.

“Navios do mundo, liguem os motores!”: Trump anuncia acordo e espera-se queda no preço dos combustíveis

Os Estados Unidos e o Irão chegaram a um acordo de cessar-fogo que põe fim imediato às operações militares entre os dois países, após meses de conflito.

O entendimento prevê também a reabertura do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo, que esteve parcialmente bloqueada desde fevereiro.

Segundo as partes envolvidas, o acordo inclui ainda o levantamento de sanções e a normalização da navegação na região.

O principal impacto esperado é a possível descida do preço dos combustíveis, com os mercados internacionais já a reagirem à queda do petróleo. O acordo deverá ser assinado oficialmente na Suíça na próxima sexta-feira.

Nova taxa em alguns talhos: Cortar carne aos cubos ou em tiras pode custar +50cênt. o kg

Vários consumidores têm recorrido às redes sociais para relatar a cobrança de taxas adicionais em alguns talhos de supermercados quando solicitam cortes personalizados de carne, como carne aos cubos, tiras para strogonoff ou bifes preparados segundo indicações específicas.

Segundo os relatos, algumas cadeias de distribuição estarão a aplicar um custo adicional de 50 cêntimos por quilograma sempre que o cliente pede um corte diferente do mais básico.

De acordo com os estabelecimentos que aplicam esta cobrança, o valor adicional destina-se a compensar o trabalho extra realizado pelos funcionários da secção de talho, bem como o tempo necessário para efetuar cortes personalizados. A prática surge numa altura em que muitas superfícies comerciais apostam cada vez mais na venda de produtos previamente embalados e preparados, uma solução que permite acelerar o atendimento e reduzir custos operacionais.

No entanto, alguns clientes encaram a cobrança como uma forma de incentivar a compra da carne já embalada e disponível nos expositores, evitando pedidos que exijam manipulação adicional do produto. Nas redes sociais multiplicam-se comentários de consumidores surpreendidos com a existência desta taxa, sobretudo por considerarem que o serviço de corte sempre fez parte do atendimento tradicional nos talhos.

Há também quem defenda a medida, argumentando que qualquer serviço personalizado implica mão de obra adicional e que o cliente deve ter a possibilidade de escolher entre a opção standard e um serviço adaptado às suas necessidades.

Para já, não existe uma prática uniforme no setor. Enquanto algumas lojas aplicam a taxa de corte personalizado, outras continuam a disponibilizar este serviço sem qualquer custo acrescido.

“Complicado e pouco prático”: Milhares descontentes com o ‘Volta’

Dois meses após a entrada em funcionamento do sistema de depósito e reembolso “Volta”, multiplicam-se as reclamações de consumidores que dizem estar insatisfeitos com o modelo implementado, apesar dos mais de 10 milhões de embalagens já recolhidas em todo o país.

As principais críticas centram-se na forma como o reembolso é efetuado. Muitos utilizadores consideram injusto que os vales emitidos pelas máquinas só possam ser utilizados no mesmo supermercado onde as embalagens foram entregues, impedindo a sua utilização noutras superfícies aderentes.

Também os atrasos nos reembolsos estão a gerar descontentamento. Há consumidores que garantem ter optado pelo crédito em cartões de fidelização das grandes superfícies, mas que continuam sem receber os valores correspondentes dias ou mesmo semanas depois da devolução das embalagens.

Outro dos problemas mais apontados prende-se com o funcionamento das máquinas de recolha. Várias queixas relatam situações em que garrafas e latas com o símbolo “Volta”, código de barras legível e em perfeitas condições são sucessivamente rejeitadas pelos equipamentos, obrigando os consumidores a perder tempo sem conseguirem recuperar o depósito pago.

A praticidade do sistema também está a ser colocada em causa. Quem consome bebidas em restaurantes, centros comerciais, aeroportos ou durante deslocações considera pouco razoável ter de transportar embalagens vazias até um ponto de recolha para recuperar apenas 10 cêntimos. Alguns consumidores chegam mesmo a comparar o valor cobrado a uma espécie de taxa adicional difícil de recuperar em determinadas circunstâncias.

As críticas surgem numa altura em que a SDR Portugal celebra a marca de mais de 10 milhões de embalagens recolhidas desde 10 de abril. A entidade responsável pelo sistema considera que os números demonstram uma adesão significativa da população e destaca que a operação ainda se encontra numa fase de transição.

No entanto, para muitos consumidores, os problemas práticos continuam a sobrepor-se aos resultados apresentados. Entre falhas técnicas, reembolsos por receber e limitações na utilização dos vales, o sistema “Volta” enfrenta um crescente volume de contestação numa fase ainda inicial da sua implementação.

Famalicão: Onda solidária de super-heróis leva alegria às crianças do IPO

Cerca de 50 super-heróis, em missão especial de solidariedade, visitaram, na passada sexta-feira, a Pediatria do Instituto Português de Oncologia, no Porto. A iniciativa, desenhada pelo Batman famalicense, foi capaz de reunir um grupo de pessoas que, vestindo o fato de um super-herói, levou alegria, conforto e presentes a cada criança internada no IPO. Estas sim, os verdadeiros heróis e heroínas.

Nesta ação solidária, que teve direito a escolta policial desde Famalicão até ao Porto, foram oferecidos vários presentes, desde consolas de jogos a brinquedos didáticos. Sob o slogan “os verdadeiros super-heróis não usam máscara”, quem se associou a esta iniciativa viveu, de perto, a realidade das crianças internadas.

Esta onda da solidariedade, como outras já desenvolvidas pelo Batman famalicense, mobilizou cerca de 200 voluntários que se ofereceram como suplentes não fosse algum super-herói faltar.

Trofa lança Campos de Férias com desporto e diversão

A Câmara Municipal da Trofa vai proporcionar às crianças e jovens do concelho, com idades entre os 6 e os 14 anos de idade, campos de férias para ocupação dos tempos livres. Decorrem entre 29 de junho e 31 de julho, cinco semanas de desporto e diversão.

Com vagas limitadas, as inscrições abrem no dia 9 de junho e podem ser efetuadas no Balcão de Atendimento do Aquaplace – Academia Municipal da Trofa.

As crianças e jovens terão oportunidade de experimentar andebol, atletismo, artes marciais, basquetebol, dança, desportos radicais, futebol, hipismo, rugby, padel, ténis, voleibol, além de participarem em atividades no Rates Park.

Para o presidente da Câmara Municipal da Trofa, Sérgio Araújo, esta é uma aposta que vai além da componente desportiva. «Os Campos de Férias da Trofa nascem com o objetivo de proporcionar às nossas crianças e jovens um verão ativo, saudável e repleto de experiências enriquecedoras. Queremos criar oportunidades para a prática desportiva, para o desenvolvimento de competências pessoais e sociais e para a criação de memórias que marquem positivamente esta fase tão importante da vida».

O autarca trofense destaca, ainda, a importância de criar respostas que apoiem as famílias durante o período de interrupção escolar.

 

Famalicão: Embaixador de Portugal visita trabalho da HumanitAVE na Guiné-Bissau

Este fim de semana, o Embaixador de Portugal realizou uma visita à região de Oio, na Guiné-Bissau. A comitiva fez uma paragem em Bigene, na região de Cacheu, onde foi possível conhecer três dos vinte e seis furos de água construídos pela associação famalicense HumanitAVE, distribuídos por diferentes tabancas.

Estas infraestruturas têm vindo a garantir um melhor acesso das comunidades locais a água potável, contribuindo para a melhoria das condições de vida da população. O número de furos tem vindo a aumentar com a ajuda de vários empresários da região que se têm mobilizado em torno desta causa, entre eles o impulsionador Luca Carvalho.

A visita passou ainda por uma das onze escolas apoiadas pela HumanitAVE, que continua a assegurar a entrega de materiais escolares e apoio aos professores, reforçando as condições de ensino e aprendizagem junto das comunidades.

O Embaixador esteve também em dois dos seis centros de saúde comunitários apoiados no âmbito do projeto “Saúde Nos Junta”. Este programa ajuda no reforço dos cuidados de saúde primários na região, aposta na formação de agentes comunitários de saúde, na promoção da literacia e no apoio à gestão e funcionamento das estruturas sanitárias ao serviço das populações locais.