Coronavírus: U.Minho aperta cerco ao COVID-19 e encerra residências universitárias

A Universidade do Minho continua a “apertar o cerco” ao COVID-19 e, na noite deste domingo, tomou novas medidas.

Do novo despacho publicado é comunicado o encerramento dos Serviços de Ação Social, e das residências universitárias.

No caso das residências, se não existir possibilidade dos estudantes regressarem a casa, a U.Minho assegurará as condições necessárias para que os estudantes se possam manter em quarentena.

Leia o despacho:

1. No campus de Gualtar, nas unidades de serviços da Universidade e dos Serviços de Ação Social e nas unidades orgânicas, são encerradas todas as áreas de atendimento presencial a utentes;

2. No campus de Gualtar, são encerrados os complexos pedagógicos (edifícios 1, 2 e 3);

3. Nas unidades de serviços que funcionam nos edifícios mencionados no ponto anterior, serão adotadas novas formas de trabalho, designadamente teletrabalho;

4. Os trabalhadores das unidades de serviços da Universidade e dos Serviços de Ação Social, bem como das unidades orgânicas receberão indicação dos seus superiores hierárquicos sobre os procedimentos afetados pelos pontos anteriores e pelo estipulado no Despacho RT-23/2020;

5. Os estudantes que se encontram instalados na Residência de Santa Tecla e na Residência Carlos Lloyd Braga com possibilidade de regressar temporariamente ao seu domicílio devem fazê-lo, minimizando os contatos interpessoais e respeitando as recomendações da Direção Geral de Saúde;

6. Aos estudantes que se encontram instalados na Residência de Santa Tecla – Bloco B e Bloco D e na Residência Carlos Lloyd Braga, recomenda-se um período voluntário de quarentena profilática;

7. Os estudantes que queiram permanecer na Residência de Santa Tecla – Bloco B e Bloco D e na Residência Carlos Lloyd Braga devem informar os Serviços de Ação Social. A estes estudantes serão asseguradas as condições necessárias (designadamente alimentação, cuidados de saúde, higiene, etc.), para cumprir o período de quarentena profilática.

Estas medidas adicionais correspondem ao esforço da Universidade para, no quadro de responsabilidade social que é o seu, contribuir para debelar o problema de saúde pública que afeta o país.

Reitera-se o apelo a que todos os membros da comunidade universitária assumam uma posição serena e responsável, contribuindo para que a Universidade lide da melhor forma com a crise que enfrentamos.