Concelho

COLIGAÇÃO PSD/CDS-PP APRESENTA-SE AINDA SEM CANDIDATOS

A coligação PSD/CDS-PP renovou votos para o próximo mandato autárquico mas não apresentou candidatos. Paulo Cunha, líder da concelhia do PSD e atual presidente de Câmara, disse que o primeiro passo era o acordo entre os dois partidos; depois virão as políticas que diz que devem assentar em áreas como a educação, emprego e empreendedorismo e ação social; só depois serão escolhidos os intérpretes dessas políticas. Acrescentou que não há nenhum candidato óbvio. «A minha recandidatura é um cenário que se pode colocar a seu tempo, mas neste momento não está colocado. Estamos muito concentrados na governação autárquica», afirmou Paulo Cunha, admitindo que «tem sido muito gratificante servir os famalicenses. É uma sensação boa e não escondo a minha atracão pela função autárquica».

Paulo Cunha não falou em nomes para as autárquicas mas traçou o perfil. «Queremos pessoas que tenham os dois pés em Vila Nova de Famalicão, que estejam disponíveis para a tempo integral defender os interesses do nosso concelho de forma intransigente. O nosso concelho não se compadece com atividades a meio tempo, com ações a título parcial; o nosso concelho exige disponibilidade total; merece ser representado por mulheres e homens que todos os dias só pensem em Famalicão, só estejam preocupados com o nosso futuro e que olhem para Famalicão como fim último da sua ação», afirmou. Não incluiu Nuno Melo, a quem classificou como uma cidadão europeu com coração em Famalicão, e que gostava de continuar a ver à frente da Assembleia Municipal.

A apresentação do acordo de coligação entre PSD/CDS-PP ocorreu no auditório da Fundação Cupertino de Miranda, centro da cidade, ao final da tarde de segunda-feira, com a presença de militantes e simpatizantes das duas forças partidárias.

O líder da concelhia do CDS-PP, Ricardo Mendes, disse que o acordo foi fácil, «e nem precisou de ser negociado», porque os dois partidos têm um só interesse que é Vila Nova de Famalicão. O também vice-presidente de Câmara frisou que foi em nome desse trabalho conjunto que o concelho de Famalicão sedimentou a sua posição como concelho familiarmente responsável, como concelho bom para viver e como a maior força exportadora do Norte.

Mas o desafio mantém-se, adiantou Ricardo Mendes. «E se a evolução é notável e há uma grande confiança e participação cívica», esse é um caminho para continuar, frisou.

Paulo Cunha também fez uma espécie de balanço dos últimos quatro anos de mandato. Começou por elogiar a gestão de Armindo Costa. «Encontramos uma Câmara com saúde financeira, uma Câmara que estava bem governada. Herdamos um legado responsabilizante e quatro anos depois podemos dizer que cumprimos esse legado». O líder do PSD considera, mesmo, que os compromissos de 2013 foram superados e descreve qual foi a estratégia: «temos uma situação de união no concelho em torno dos objetivos e isto só aconteceu porque cultivamos esta relação com as pessoas. Quisemos estar próximos, disponíveis e dialogantes».

Depois de um mandato na oposição e quatro no poder, a coligação PSD/CDS-PP renova votos para as autárquicas de 1 de Outubro de 2017. As quatro vitórias (2001, 2005, 2009 e 2013) foram com maioria absoluta.

 

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