CIM QUER FOMENTAR TURISMO INDUSTRIAL DO AVE

CIM QUER FOMENTAR TURISMO INDUSTRIAL DO AVE

A CIM do Ave promoveu, no dia 28 de julho, um encontro para discutir a estratégia para o turismo industrial em toda a região Norte e, em particular, no território do Ave.

Na sessão de abertura, o secretário Intermunicipal da CIM do Ave, Gabriel Pontes, sublinhou a importância desta iniciativa que visa potenciar um «recurso endógeno da região do Ave», transformando em museus ou centros de cultura unidades emblemáticas das indústrias tradicionais da região, como factor turístico e de preservação da identidade colectiva.

Na mesma sessão de abertura participou o Director Regional de Cultura do Norte. António Ponte manifestou a disponibilidade e o interesse da direcção regional para ajudar a concretizar um projeto que propõe convergir e valorizar patrimónios diversos de grande interesse cultural e turístico.

Paula Dourado, da ADRAVE, deu conta do trabalho desenvolvido no âmbito do projecto «A rota do Património Industrial do Vale do Ave». Trabalho que estudou e identificou a problemática da região e consubstanciou uma rota com cerca de 20 pólos, estudo sociológico, exposições, placas de sinalização e materiais promocionais, entre outros.

O turismo industrial pode ser uma aposta bem sucedida e o Vale do Ave reúne condições para ser um destino de eleição neste segmento. A ideia foi defendida pelo historiador e docente da Universidade do Minho, José Manuel Lopes Cordeiro.

O encontro, que decorreu nas instalações da Sociedade Martins Sarmento, promoveu, também, a partilha, com parceiros regionais e público em geral, do trabalho realizado com os diversos parceiros europeus, nomeadamente da Suécia, Chipre, Roménia, Espanha, Letónia, Itália, Bélgica, Grécia e Bulgária e que se desenvolve no âmbito do programa Christa Interreg Europe. O projecto Christa abre oportunidades para a valorização dos recursos existentes.

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