Cidade Hoje é a rádio de Famalicão mais ouvida, ultrapassa rádio de Braga e é destaque no grande Porto

A Rádio Cidade Hoje é a rádio de Vila Nova de Famalicão mais ouvida e surge em posição de destaque na Área Metropolitana do Porto (AMP), indica o estudo de audiência da Marktest (3ª vaga / 2021).

A mais antiga estação de rádio do concelho famalicense conseguiu um share de audiência de 0,8% na Área Metropolitana do Porto, um resultado que se deve ao crescimento da marca Cidade Hoje, em especial a norte da AMP. A par deste resultado, soma ainda um share de 0,3% no litoral norte.

Em termos comparativos, e analisando a audiência na AMP ao pormenor, a Cidade Hoje registou um share superior ao de outros projetos de maior dimensão, difundidos através de várias frequências ao longo do território nacional, como são exemplo a Record FM (0,5%), a Rádio Observador (0,4%), SBSR (0,4%), Vodafone FM (0,4%), Rádio SIM / Maria (0,3%) e Rádio Meo Sudoeste (0,3%), sendo que também tem o dobro do share do segundo canal da rádio pública, a Antena 2 (0,4%), emitida por todo o país através de quase 40 frequências.

A Cidade Hoje consegue, ainda, registar uma maior audiência que várias rádios locais que emitem a partir de concelhos da AMP (Rádio Voz de Santo Tirso, Rádio Onda Viva, Rádio Linear, Jornal FM, Rádio 5, Rádio Estádio, Rádio Clube Paços de Ferreira, entre outras).

No que concerne ao litoral norte, a Cidade Hoje regista um share de audiência superior a uma das rádios locais de Guimarães (Fundação FM), à rádio local de Vila Verde (Voz do Neiva), de Braga (Antena Minho) e de Viana do Castelo (Rádio Alto Minho e Geice FM).

De Vila Nova de Famalicão a Cidade Hoje é a única rádio que surge no estudo da Marktest. A outra rádio do concelho, a Fama Rádio que, ao contrário da Cidade Hoje, emite no FM a partir de duas frequências, não é mencionada no estudo. A estação do grupo Editave, com pouco mais de um ano e que veio substituir a Digital FM, chegou a ter um share de 0,7% e agora não surge nesta terceira vaga de audiências, nos estudos Litoral Norte e Grande Porto da Marktest.

Famalicão: Homenagem a Salvador Coutinho, «agrada-me, mas não era necessária»

António José Salvador Coutinho nasceu em 1935, em Espinho. Aos 9 anos veio viver com a família para Famalicão porque o médico recomendou que se afastasse da zona marítima. «Não me fazia bem aos pulmões», conta. A família instalou-se na Castela, Calendário, um ano depois veio viver para a Rua da Liberdade (na mesma freguesia).

Um prenúncio daquilo que seria a sua vida, sempre pautada pela luta pelos direitos cívicos e liberdades individuais. Ideais que defendeu como advogado e como político. Faz questão de salientar que nunca exerceu cargos executivos na política, nem foi remunerado, para ser mais livre. A pretexto, volta da falar da Rua da Liberdade. Conta aos jornalistas que, em plena ditadura, a população afirmava viver na Rua da Liberdade, que não era o nome oficial daquela via. Salvador Coutinho diz que era um sinal da fibra daqueles moradores. Lamenta, por isso, que a memória desta rua não tenha sido preservada, como, no seu entender, devia ter sido, do ponto de vista histórico e cultural. «A Rua Direita e a Rua da Liberdade deviam ter sido protegidas, numa cidade tão jovem como Famalicão», defende.

Advogado e político, Salvador Coutinho é, também, escritor e o seu mais recente livro (o 18.º) fala, precisamente, da Rua da Liberdade. Da antiga, não da atual. Dos costumes, das pessoas, do comércio, da fábrica têxtil, da Farmácia do Calendário, criado pelo seu pai, Júlio Coutinho Neto, no verão de 1948. Assim descreve Salvador Coutinho, detentor de uma memória muito preservada.

O lançamento deste livro, com o título “Era uma vez uma história que não sabia contar-se”, é editado aos 90 anos de idade. A escrita é para Salvador Coutinho uma paixão. Confessa que se tivesse que escolher apenas uma profissão seria escritor, mas lembra que em Portugal é difícil viver só dos livros. Não que a advocacia seja uma profissão de recurso, confessa que foi o caminho que sempre quis trilhar. Para isso, trabalhou (na Mabor) e estudou ao mesmo tempo. Desde 1970 que o seu nome é reconhecido pelos seus pares e pela sociedade famalicense.

Junta-se, agora, a Casa da Memória Viva que vai organizar uma homenagem, marcada para o próximo sábado, a partir das 15 horas, na Fundação Cupertino de Miranda. Uma data escolhida com propósito, por todo o percurso profissional que fez. À comunicação social, Salvador Coutinho diz apenas que «agrada-me, mas não era necessária». Carlos Sousa, presidente da Casa da Memória Viva, insiste que é imperioso que seja feita para honrar um famalicense que ajudou a escrever a história coletiva deste concelho. Junta-se a outras personalidades já homenageadas, «e que são exemplo de cidadania, de probidade profissional e deixam pegada na nossa comunidade», refere Carlos Sousa.

Esta conversa com os jornalistas, a propósito dos livros, da liberdade, da política e de outros assuntos, aconteceu no Restaurante Aljubarrota, precisamente na Rua da Liberdade.

Famalicão: Maratona de cycling solidária apoia menina com doença rara

No dia 1 de maio, a maratona de cycling “Golden Hour Ride” alia o desporto à solidariedade para ajudar a custear as terapias da Maria Luísa, uma menina de três anos com trissomia 10.

A pequena famalicense não anda, não fala e tem dificuldades no desenvolvimento, precisando de terapias intensivas que levam os pais a investir cerca de 700 euros por mês em tratamentos.

A ideia de organizar uma maratona solidária surgiu de uma conversa entre amigos que têm no desporto um interesse comum e a vontade de ajudar. Assim que souberam da história da Maria Luísa uniram esforços para colocar a ideia em prática.

As inscrições já estão abertas com um custo de 30 euros para participar nas 3 horas e 30 minutos de competição ou em alternativa por 10 euros por cada hora. No final haverá um momento de convívio com bifanas e uma bebida.

A iniciativa decorre na Quinta do Doutor, em Fradelos.

Famalicão: Alunos de Vermoim criam peça simbólica inspirada na revolução do 25 de abril

No âmbito das comemorações da Semana da Liberdade, evocando o 25 de abril de 1974, a Junta de Freguesia de Vermoim promoveu um desafio criativo junto da comunidade local.

A iniciativa contou com a participação dos alunos da Escola de Agra Maior, no âmbito da AEC de Arte Performativa, resultando uma peça simbólica inspirada no cravo, o símbolo maior da revolução.

Para a junta de freguesia, para além da expressão artística dos jovens, este trabalho reflete o compromisso de construir o presente e o futuro com base nos princípios de abril.

Famalicão: Vários detidos por condução sob efeito do álcool

Durante o fim de semana, a PSP deteve oito pessoas, entre os 19 e os 54 anos por condução com taxa de álcool superior à permitida por lei, tendo acusado taxas entre 1,21 e 2,24 g/l no sangue.

Os detidos nas cidades de Famalicão, Braga e Barcelos foram notificados a comparecer nos respetivos Tribunais.

Famalicão–Sporting: bilhetes à venda para os quartos da Taça de Portugal de futsal

O FC Famalicão anunciou esta terça-feira a venda de bilhetes para os quartos de final da Taça de Portugal Placard, frente ao Sporting CP.

Os bilhetes estão disponíveis na loja oficial do FC Famalicão, tendo um custo de 2€.

O jogo será no Pavilhão Multiusos de Gondomar e está marcado para esta quarta-feira, às 18h00.

Recorde-se que estas duas equipas defrontam-se pela terceira vez esta época (a segunda consecutiva), com duas vitórias dos leões, a última das quais na passada jornada da Liga Placard, por 10-1.

Famalicão: Ana Freitas alcança pódio nacional de Montanha

Atleta da 365 Running Project é vice-campeã nacional de corrida de montanha, no escalão F50, prova que ocorreu em Castro Daire.

Ana Freitas conquistou este feito na variante “Up and Down”, prova de aproximadamente 11km e um desnível positivo de 630 metros. A atleta fez um tempo de 1h11min19s, sendo superada pela atleta Susana Echeverría, no escalão F50.

Importa referir que a primeira classificada é atleta da Seleção Nacional, enquanto a atleta da 365 Running Project compete a nível amador.

Destaque para o companheiro de equipa Armando Rodrigues, que foi 17º classificado, no escalão M55.

O evento foi coorganizado pela Federação de Atletismo, Associação de Atletismo de Viseu, Câmara Municipal de Castro Daire e Junta de Freguesia de Mões.