Covid: 19: O primeiro lote de 9750 doses vai ser administrado aos profissionais de saúde

A ministra da Saúde, Marta Temido, adiantou esta quinta-feira que Portugal espera arrancar com o plano de vacinação contra a covid-19 entre 27 e 29 de dezembro, sendo que o primeiro lote de 9750 doses vai ser administrado aos profissionais de saúde.

Uma semana depois, o processo deverá ser alargado aos restantes grupos prioritários já identificados (pessoas com 50 ou mais anos e com pelo menos uma patologia grave) e aos residentes em lares de idosos e internados em unidades de cuidados continuados.

Recorde-se que esta quinta-feira a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, tinha anunciado no Twitter que a vacinação contra a covid-19 em todos os Estados-membros iria começar entre 27 e 29 de dezembro.

 

Este Natal dê um presente ao seu coração

A Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular (APIC) lançou uma campanha com o mote: “Este Natal dê um presente ao seu coração”, com o objetivo de alertar a população para a importância de cuidar da saúde do coração, como forma de prevenção da doença coronária ou das suas consequências.

Assim, apelam aos cuidados com os excessos natalícios; seguir as orientações do médico assistente; não se esquecer de tomar a medicação habitual para as doenças crónicas. Em casos de emergência, alertam para que se ligue para o 112, sublinhando que os espaços para tratamento da doença coronária são seguros.

«Neste tempo de pandemia Covid-19, o seguimento e o tratamento das doenças crónicas não pode ser descurado. Apesar das atuais restrições, as pessoas com doenças coronárias e outras patologias crónicas devem lembrar-se de comprar e de tomar a medicação corretamente, como forma de prevenir possíveis complicações, que poderão ter consequências graves para a sua saúde ou ser fatais», afirma João Brum Silveira, presidente da APIC.

Recorde-se que o enfarte agudo do miocárdio, ou ataque cardíaco, resulta da obstrução de uma das artérias do coração, que faz com que uma parte do músculo cardíaco fique em sofrimento por falta de oxigénio e nutrientes. Esta obstrução é habitualmente causada pela formação de um coágulo devido à rotura de uma placa de colesterol.

Os sintomas mais comuns, para os quais as pessoas devem estar despertas, são a dor no peito, por vezes com irradiação ao braço esquerdo, costas e pescoço, acompanhada de suores, náuseas, vómitos, falta de ar e ansiedade. Normalmente, os sintomas duram mais de 20 minutos, mas também podem ser intermitentes. Podem ocorrer de forma repentina ou gradualmente, ao longo de vários minutos.

Na presença destes sintomas é importante ligar imediatamente para o número de emergência médica –112. Não deve tentar chegar a um hospital pelos seus próprios meios porque este poderá ser um centro sem capacidade para realizar o tratamento mais adequado, situação não acontece quando se liga para o 112.

Famalicão: ACIP com novo espaço para crianças e jovens

No Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, que se assinala esta quinta-feira, a ACIP inaugura um novo espaço – ACIP Saúde – em Joane.

Trata-se de uma valência inclusiva para prestar serviços terapêuticos a crianças e jovens, para potenciar e aumentar o nível funcional e de qualidade de vida, com serviços inovadores e profissionais especializados.

Terapia da fala, terapia ocupacional, psicologia, integração sensorial e pedopsiquiatria são alguns dos serviços disponibilizados no ACIP Saúde, em Joane

Covid-19: Governo anuncia esta quinta-feira plano nacional de vacinação

O governo anuncia, na tarde desta quinta-feira, o plano nacional de vacinação contra o coronavírus, mas antes do anúncio já são conhecidos alguns detalhes.

Por exemplo, a vacina será universal, gratuita, facultativa e a realizar pelo Serviço Nacional de Saúde, tal como anunciou, esta quarta-feira, a ministra da Saúde, Marta Temido.

Sabe-se, ainda, que estão a caminho 22 milhões de doses de vacinas que devem começar a chegar no início do próximo ano.

Entre os cidadãos prioritários na toma da vacina, estarão os idosos, residentes e profissionais de lares. Seguem-se os profissionais de saúde, forças de segurança e agentes da proteção civil.

 

Críticas do Conselho Nacional de Saúde Pública ao plano de vacinação contra a covid-19

O plano de vacinação contra a covid-19 estabelece como prioridade as pessoas entre os 50 e os 75 anos com doenças graves, assim como os utentes de lares e profissionais de saúde destacados para prestar cuidados de saúde. Ao todo, serão cerca de 750 mil pessoas.

De acordo com o jornal Público, nos grupos prioritários seguem-se 45 mil elementos das forças de segurança e da proteção civil e também doentes crónicos entre os 50 e os 75 anos, ou seja, três milhões de cidadãos.

Só depois surgem os idosos com mais de 65 anos. É neste ponto que elementos do Conselho Nacional de Saúde Pública criticam a proposta, porque dizem que este é um grupo prioritário. Jorge Torgal, porta-voz do Conselho Nacional de Saúde Pública, dizia à TSF que «para mim, os mais atingidos são aqueles que morrem. A mortalidade acima de 80 anos é terrível».

Admite acreditar que o Plano seja revisto. «Tenho confiança nos meus colegas que integram a comissão. Portanto, penso que o documento final terá em conta também o progresso do conhecimento no respeitante aos resultados dos ensaios clínicos com as vacinas nos diferentes grupos etários», declara Jorge Torgal, na rádio.

A equipa criada pelo Governo para coordenar todo o plano de vacinação contra a covid-19, desde a estratégia de vacinação à operação logística de armazenamento, distribuição e administração das vacinas, tem um mês para definir todo o processo.

Famalicão: PS foi ver como o hospital trabalha em tempo de pandemia

A concelhia do PS reuniu com a direção do Centro Hospitalar do Médio Ave, para perceber o seu funcionamento em tempo de pandemia. O que lhe foi relatado é que o Hospital foi obrigado a aumentar em 40 camas a disponibilidade hospitalar; já efetuou cerca de 20 mil testes covid; o número de internados covid quase atinge a capacidade instalada, por foi suspensa a atividade cirúrgica programada, mas mantém-se a atividade assistencial em regime ambulatório incluindo a realização de consultas.

Além da operacionalidade do serviço neste período de pandemia foi também abordada a construção do edifício de apoio à urgência, que custou cerca de 150 mil euros à Câmara Municipal. Mas a concelhia do PS, liderada por Eduardo Oliveira, diz ter sido informada pela direção do CHMA de que o investimento foi repartido entre a Câmara e o Centro Hospitalar.

Esta deslocação da delegação do PS ao Hospital inseriu-se no âmbito do roteiro que o PS está a fazer pela saúde e que já levou os socialistas a outros espaços.

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