Dupla de empresários famalicenses compra empresa lisboeta de produtos de limpeza

A dupla de empresários famalicenses Jorge Gonçalves e Luís Rego, proprietários da Regoldi, adquiriram a produtora lisboeta de detergentes Biosog, por cerca de 2,2 milhões de euros.

De acordo com o Jornal de Negócios a ação de compra concretizou-se a 4 de junho.

A Biosog é uma empresa vocacionada para a produção de detergentes e produtos de limpeza para o mercado profissional, com unidade de produção na Póvoa de Santa Iria, em Lisboa.

Salsa passa a ser Sonae: Autoridade da Concorrência dá luz verde ao negócio

A Sonae controla a 100% a marca de vestuário Salsa, quase quatro anos depois de ter entrado no capital da empresa. Recentemente, a Sonae comprou os 50% da marca que ainda não detinha, depois de a outra acionista, a Wonder Investments, ter exercido o direito contratual de venda da posição à Sonae Fashion.

O negócio recebeu agora luz verde por parte da Autoridade da Concorrência. O regulador diz que a operação “não é susceptível de criar entraves significativos à concorrência efectiva nos mercados identificados”.

O valor do negócio não foi revelado.

Fábio Martins pede e SportTV acaba com música “suspense” no final dos jogos

A SportTV decidiu abandonar umas das inovações inseridas nas transmissões dos jogos da I Liga, neste regresso do campeonato, depois de suspenso devido à pandemia de Covid-19.

A estação decidiu adicionar uma trilha sonora aos momentos finais do jogo, criando um ambiente de suspense até ao último segundo da partida.

A inovação parece não sido apreciada por todos, levando o extremo direito do F.C.Famalicão a fazer um pedido.

Ao jornal Record, fonte da operadora televisiva disse que a iniciativa “irá cair e não terá lugar nos próximos jogos”.

De acordo com a mesma publicação, grupos de adeptos já se estavam a organizar para criar uma petição onde era exigida a remoção da música no final dos jogos.

Marcelo vai dar uma aula na telescola esta segunda-feira

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vai dar na segunda-feira às 13h30 uma aula sobre cidadania em direto para o projeto de ensino à distância #EstudoEmCasa na RTP Memória.

De acordo com a agenda de segunda-feira do chefe de Estado, divulgada domingo, a sua chegada aos estúdios da RTP, em Lisboa, está prevista para as 12:50. No local, deverá ser recebido pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, adiantou à Lusa fonte da Presidência da República.

O projeto #EstudoEmCasa é uma parceria entre o Ministério da Educação e a RTP para a produção de conteúdos televisivos dirigidos aos alunos do 1.º ao 9.º anos de escolaridade, que estão sem aulas presenciais neste período de pandemia de covid-19.

No dia 15 de abril, o primeiro-ministro, António Costa, acompanhou o ministro da Educação às instalações da televisão pública, onde estavam já a ser gravadas aulas para os alunos do ensino básico, que começaram a ser transmitidas a partir do dia 20 desse mês no canal RTP Memória.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, proferiu no dia 20 de setembro de 2018 a sua “última lição formal” como professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde foi aluno e depois docente, durante mais de 40 anos, desde 1972.

Nessa ocasião, prestes a completar 70 anos, a idade de jubilação, descreveu como uma “fascinante aventura” o seu percurso no ensino universitário, que disse ser a “verdadeira vocação” da sua vida, a partir da qual fez tudo o mais.

Covid-19: Máscaras descartáveis devem ser deitadas ao lixo e não na reciclagem ou rua – DGS

A Direção-Geral da Saúde (DGS) salientou hoje que as máscaras descartáveis, usadas devido à covid-19, devem ser colocadas no lixo doméstico e não na reciclagem ou na via pública, enquanto as máscaras comunitárias devem ser higienizadas após utilização.

“Independentemente de se usarem descartáveis ou não, há regras que se devem cumprir, e uma delas é a proteção do ambiente e, portanto, uma máscara descartável deve ir para o chamado lixo doméstico, não deve ir para o ecoponto, e nunca deve ser abandonada na via pública – óbvio que não”, sublinhou a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.

Falando na conferência de imprensa diária da evolução do surto de covid-19 no país, a responsável notou que, “sempre que [uma máscara] for de fabrico comunitário e de multiutilização”, devem ser seguidas “as introduções do fabricante e, portanto, usar e proceder à sua higienização de acordo com o que vem no rótulo”.

“E há modalidades diferentes, umas que se utilizam um determinado número de vezes, a periodicidade com que se limpam é outra e, portanto, deve ser sempre lido o rótulo em relação as estas máscaras”, acrescentou Graça Freitas.

Já “as descartáveis, quando se deixam de usar, devem ser postas ou num envelope ou num saco e, obviamente, postas no lixo doméstico”, insistiu a responsável.

As recomendações para estes dois tipos de máscaras não abrangem, contudo, “os doentes imunodeprimidos, que ainda devem usar um terceiro tipo de máscaras”.

As declarações surgem depois de, também hoje, o ministro do Ambiente e Ação Climática ter considerado “fundamental” a não utilização de máscaras descartáveis, argumentando que mais sentido do ponto de vista económico e ambiental a máscara reutilizável.

“Fundamental é as pessoas não utilizarem máscaras descartáveis. E já agora se as utilizarem pelo menos que as ponham no lixo comum e não as entendam como um material reciclável, porque o crescimento do descartável, seja em plástico ou não, não faz qualquer sentido”, disse João Pedro Matos Fernandes numa entrevista ao Porto Canal, a propósito do aumento de descartáveis devido à pandemia de covid-19.

Antes, no início deste mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou o uso de máscaras comunitárias para a covid-19, feitas com três camadas de tecido, nomeadamente quando é difícil manter o distanciamento físico, como nos transportes públicos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 430 mil mortos e infetou mais de 7,7 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Em Portugal, morreram 1.517 pessoas das 36.690 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

Most Popular Topics

Editor Picks