Covid-19: Mais 7 mortes e 313 novos casos

Portugal regista, esta sexta-feira, mais 7 mortes e 313 novos casos de infeção por covid-19, na sua maioria – 253 – na região de Lisboa e Vale do Tejo.

Segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde, emitido esta tarde, desde o início da pandemia estão confirmados 49.692 casos de infeção e 1.712 mortes. Há 34.687 casos recuperados, mais 318 que esta quinta-feira.

Fortes perturbações na circulação de comboios da CP na sexta-feira

A CP – Comboios de Portugal alertou esta quinta-feira para fortes perturbações na circulação, na sexta-feira, devido à greve de trabalhadores das bilheteiras e revisores convocada pelo Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI).

“Por motivo de greve convocada por organização sindical preveem-se supressões de comboios a nível nacional em todos os serviços no dia 24 de julho”, avisou a CP, em comunicado.

A transportadora ferroviária prevê ainda que ocorram perturbações na circulação dos comboios hoje e no sábado.

Aos clientes que já tenham bilhetes para viajar em comboios que sejam suprimidos, a CP permitirá o reembolso no valor total do bilhete adquirido, ou a sua revalidação, sem custos.

Em 10 de julho, o SFRCI anunciou que os trabalhadores das bilheteiras e revisores da CP cumprem em 24 de julho uma greve nacional de 24 horas exigindo a retirada da proposta de regulamento de carreiras apresentada pela empresa, que consideram “humilhante”.

“A proposta de regulamento de carreiras que a empresa apresentou na quinta-feira da semana passada [dia 02 de julho] é humilhante para os trabalhadores do comercial e é inaceitável. Nesse sentido, os trabalhadores querem que a empresa retire esta proposta da mesa negocial”, afirmou o presidente do Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) em declarações à agência Lusa, naquela altura.

Segundo o dirigente sindical Luís Bravo, os trabalhadores “não aceitam” a pretendida “extinção, por fusão, das categorias de revisor e de operador de venda e controlo da bilheteira”, considerando que se “mistura o conteúdo funcional das categorias, quando um trabalhador itinerante não tem nada a ver com um trabalhador fixo de uma bilheteira ou vice-versa”.

“O que nos apresentam é uma polivalência total que não se compreende e que os trabalhadores rejeitam por completo”, sustentou.

Também “inaceitável” para o sindicato é “a extinção de carreiras para onde os trabalhadores podiam progredir, como técnico comercial 1 e 2”.

“Estas e ainda outras questões tornam a proposta da CP inaceitável e os trabalhadores ficaram muito surpreendidos, pela negativa, por aquilo que a empresa vem propor”, afirmou o dirigente sindical.

Alerta: Muitas das matrículas novas estão mal feitas e dão multa!

Tornou-se moda o design mais moderno do novo modelo de matrículas, com dois grupos de letras e um de dois algarismos no mês. Desde que as vendas do setor automóvel permitiram a passagem para a nova configuração, foram muitos os que se apressaram a adquirir as novas placas, que se tornaram moda, mas nem todas cumprem ao milímetro os requisitos legais.

De acordo como o Motor 24, as autoridades alertam que chapas que não cumprem ao milímetro às medidas e o espaçamento entre carateres podem valer chumbo na inspeção e multas entre os 120 e os 600 euros.

O Decreto-Lei que altera o regulamento do número e chapa de matrícula, o código da estrada e o regulamento da habilitação legal para conduzir, introduzindo inclusivamente novas combinações de carateres que incluirá, pela primeira vez, as letras Y, K e W, num total de 28 milhões de combinações possíveis, admite a possibilidade de substituição por proprietários dos veículos mais antigos, mas com regras rigorosas estabelecidas pelo IMT (Instituto da Mobilidade e Transportes).

No novo modelo de matrículas, a disposição dos grupos deve ser centrada vertical e horizontalmente e o espaçamento entre os carateres está definida ao milímetro: de 20 milimetros (mm) entre grupos, sem traços separadores; de 10 mm entre carateres do mesmo grupo. O proprietário de um veículo que apresenta chapa identificadora fora da norma está sujeito a contraordenação punível com coima entre os 120 euros e os 600 euros, constituindo também motivo para não aprovação da viatura numa inspeção periódica obrigatória, conforme está previsto no Anexo II do artigo 5º do Decreto-Lei nº 144/2012.

Porém, nem todas as combinações possíveis de letras poderão vir a ser utilizados, para evitar a formação de palavras obscenas e combinações maldosas.

“O novo modelo de chapas de matrícula será possível estabilizar o processo de produção de matrículas durante um longo período, sendo possível estimar como tempo máximo possível de utilização do modelo AA-00-AA cerca de 74 anos, o qual, ainda que venha ser reduzido, nomeadamente pela não utilização de combinações que possam formar palavras ou siglas que se entenda dever evitar, terá uma duração de utilização previsível de 45 anos”, pode ler-se no documento oficial do IMT.

Diário de Notícias / Motor24

Fenprof anuncia manifestação nacional para 5 de outubro independentemente da pandemia

O secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof) anunciou esta terça-feira a convocação de um protesto nacional no dia 05 de outubro, sublinhando que as ações reivindicativas “não podem aliviar”.

Referindo que o protesto se realiza na data em que se assinala do Dia Mundial do Professor, Mário Nogueira defendeu que os docentes devem sair à rua, em particular porque dias depois, em 10 de outubro, o executivo entregará o Orçamento do Estado para 2021.

Medicamento para ansiedade Victan 2mg indisponível no mercado

O Infarmed adianta, em comunicado, que a empresa Sanofi Produtos Farmacêuticos Lda., único titular de autorização de introdução no mercado do Victan 2mg em Portugal, embalagens de 20 e 60 comprimidos, lhe comunicou “a sua incapacidade temporária de abastecer o mercado, tendo indicado o 4.º trimestre de 2020 como data provável” para a sua reposição.

O medicamento Victan, substância ativa Loflazepato de Etilo, é classificado como benzodiazepina com atuação ao nível do sistema nervoso central, encontrando-se indicado para a ansiedade e sintomas ansiosos.

A Autoridade Nacional do Medicamento afirma que está a “desenvolver todos os esforços no sentido assegurar o abastecimento das farmácias e unidades de saúde com a maior brevidade, estando para o efeito a realizar contactos com outros agentes do setor”.

Uma vez que estas diligências se encontram ainda em curso, o Infarmed solicitou orientações à Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica, que já emitiu uma indicação.

“De acordo com a evidência científica disponível, em alternativa ao medicamento Victan 2mg, em especial no tratamento de sintomas de ansiedade crónica e quando exista risco de ocorrência de sintomas físicos de abstinência pode ser considerada a substância ativa Alprazolam 1mg em formulação de libertação prolongada, que se encontra disponível no mercado português”, refere a Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica.

Defende ainda que “deverá ser equacionada pelos profissionais de saúde a implementação de medidas não farmacológicas para controlo de ansiedade, direcionando a solução farmacológica para doentes com distúrbios de ansiedade crónico e refratário.”

Para a prescrição da terapêutica alternativa mais adequada deverá o utente contactar o seu médico, refere o Infarmed no comunicado publicado no seu ‘site’.

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