Arrendar um quarto no distrito de Braga custa em média 196 euros por mês

A conclusão é de um estudo do portal de anúncios imobiliários “Idealista”.

O distrito de Braga é o quarto mais caro do país, no que diz respeito à procura procura de quartos para arrendar em casa partilhada. Em primeiro lugar no ranking mantém-se o distrito de Lisboa, onde a média mensal para o aluguer de um quarto se situa nos 323 euros. Segue-se Porto (261 euros) e Setúbal (244 euros).

O Idealista revela ainda que o arrendamento de quartos deixou de ser uma opção habitacional apenas para estudantes, convertendo-se também na opção eleita por jovens recém-licenciados e que começaram a trabalhar recentemente.

Carro despista-se e atropela mulher na Rua Sá da Bandeira

Uma mulher foi atropelada ​​no passeio, na manhã desta quarta-feira, após um carro se ter despistado na Rua Sá da Bandeira, no Porto.

Ao que o JN conseguiu apurar no local, o condutor ia a subir a rua quando perdeu o controlo da viatura e galgou o passeio, acabando por colher a mulher de 34 anos, que foi transportada para o Hospital de Santo António em estado considerado grave.

A prestar socorro estão o INEM, os Sapadores do Porto, a PSP e a Polícia Municipal.

Saber usar desfibrilhador pode vir a ser obrigatório para tirar carta de condução

A formação no uso de desfibrilhadores deverá ser obrigatória para quem vai tirar a carta de condução, alunos do ensino secundário e dos cursos de Ciências da Saúde e do desporto bem como para vários grupos profissionais.

A recomendação de formação em suporte básico de vida (SBV) e desfibrilhação automática externa (DAE) consta de um relatório publicado na página da Internet do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), citado esta quarta-feira pelo Jornal de Notícias.

O relatório, no qual são feitas várias recomendações, foi realizado por um grupo de trabalho criado pelo Ministério da Saúde para estudar a requalificação do Programa Nacional de Desfibrilhação Automática Externa de 2009 e está em discussão pública até dia 27 de agosto.

No documento é destacado que a desfibrilhação deve continuar a ser enquadrada em programas organizados e manuseada por operacionais treinados e licenciados de acordo com a lei.

“Contudo, no momento atual estão reunidas as condições de segurança para que, em situações particulares, o manuseio do DAE possa ser feita por cidadãos não treinados, sempre que possível por indicação telefónica dada pelo médico do CODU [centro de orientação de doentes urgentes], ou estruturas equivalentes nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, em tempo útil e em benefício da vítima”, é referido.

Nesse sentido, o grupo trabalho recomenda que a formação no uso do dispositivo passe a ser obrigatória a todos os candidatos à obtenção de carta de condução e de licença marítima turística, alunos no ensino secundário, concretizando-se o currículo oficial em vigor para o treino de (SBV) e acrescido de treino em competências de DAE e alunos do ensino superior das Ciências da Saúde e do Desporto.

Para além dos profissionais de saúde, a formação deverá ser também obrigatória a todos os nadadores-salvadores do Instituto de Socorros a Náufragos, agentes da GNR integrados no Grupo de Intervenção Proteção e Socorro (GIPS), novos elementos incorporados nas forças de segurança (PSP, Polícia Municipal, GNR e polícia marítima).

“Tripulantes de ambulâncias (incluindo de transporte não urgente e de empresas privadas, em ambulância ou viatura dedicada ao transporte de doentes) e novos vigilantes de empresas de segurança, oficiais da marinha mercante (…) e os tripulantes de cabine de aeronaves comerciais com base em Portugal” devem, segundo o grupo de trabalho, também fazer a formação.

O relatório recomenda também um reforço de dispositivos em locais onde passam em média mil pessoas por dia como centros comerciais, unidades hoteleiras, monumentos, áreas de diversão, embarcações turísticas e de transporte público, aeronaves da aviação comercial, comboios de longo curso, estabelecimentos de ensino, ginásios e complexos desportivos e unidades de saúde.

É também proposta a “implementação de um estudo-piloto que implique a realização de um registo a efetuar em duas ou três regiões do país, durante um tempo determinado e que deverá incluir todas as entidades responsáveis pelos cuidados de saúde das vítimas de PCR [paragem cardiorrespiratória] nas regiões escolhidas”.

No documento é referido ainda que o grupo de trabalho “detetou importantes lacunas” nos registos de casos e sugere a criação de novas bases de dados.

É ainda recomendado um Plano Nacional de Combate à Morte Súbita Cardíaca e o desenvolvimento de uma Campanha Nacional de Sensibilização.

LUSA

Força aérea resgata turista na Praia da Ursa

Um helicóptero EH-101 Merlin da Força Aérea foi ativado na tarde de 20 de agosto para resgatar um homem, de 34 anos e nacionalidade italiana, na sequência de um acidente no mar na Praia da Ursa, em Sintra. O salvamento, o segundo realizado pela Força Aérea na Praia da Ursa esta semana e a terceira missão de resgate em dois dias, foi efetuado pela tripulação de alerta da Esquadra 751 – “Pumas”, sediada na Base Aérea N.º6, Montijo.

O alerta foi dado via Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) pelas 17h40 e a coordenação esteve a cargo do Capitão do Porto e Comandante-local da Polícia Marítima de Cascais. Foram enviados para o local elementos da Polícia Marítima, uma viatura do projeto “SEAWATCH”, um carro e uma ambulância dos Bombeiros Voluntários de Almoçageme e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação do INEM.

Além do turista italiano, inicialmente em paragem cardiorrespiratória, uma mulher da mesma nacionalidade, ao tentar prestar auxilio, acabou por entrar numa situação de pré-afogamento. Foram assistidos no local e, após revertida a situação de ambos, a mulher foi imediatamente transportada de ambulância para uma unidade hospitalar.

Por outro lado, foi necessário o Centro Coordenador de Busca e Salvamento Aéreo de Lisboa empenhar o helicóptero da Força Aérea para transportar o homem até ao Aeródromo de Trânsito de Figo Maduro, de onde seguiu para o hospital.

Câmara de Barcelos distribui gratuitamente ecopontos e compostores para as famílias terem em casa

O Município de Barcelos, em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM Cávado), está a promover uma campanha de sensibilização para a recolha seletiva e compostagem doméstica.
Esta campanha tem como principal objetivo sensibilizar para a importância da recolha seletiva dos resíduos, bem como para a valorização dos resíduos biodegradáveis, procurando assim fomentar a valorização dos resíduos orgânicos e reduzir a deposição final em aterro.

Os interessados em beneficiar desta campanha devem apenas preencher as fichas de inscrição que se encontram disponíveis aqui.

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