Ser Mamã pela décima segunda vez na Exponor

Mais uma edição, a 12.ª, do maior salão que abrange toda a temática da maternidade, infância e da primeira infância. É mais um ano que conta com muitas novidades, informação e imensa interactividade para toda a família, nos dias 5 e 6 de maio, na Exponor.

São dezenas de expositores e parceiros que se unem para apresentar as mais recentes novidades, através de workshops, palestras, demonstrações, rastreios e um intenso programa de atividades que, no seu conjunto, fomentam a motivação e o interesse por parte dos inúmeros visitantes.

Não se esqueça de apontar na sua agenda a visita a este evento repleto de ofertas e diversão para todos. Mais informação em www.sermama.pt.

Rebentou um pneu por mau estado da estrada? Peça indemnização

Em Portugal são, infelizmente, vários os exemplos de estradas em mau estado. A segurança rodoviária parece que nem sempre é prioridade e tal cenário pode levar a acidentes que podem custar vidas

Mas sabia que pode pedir indemnização no caso de ter um acidente devido ao facto do piso da estrada estar em mau estado? Conheça quais os procedimentos.

De acordo com informações da agência LUSA, após declarações da DECO, “Acidentes por buracos na estrada ou outras situações de má conservação do piso, que podem ser imputadas às autarquias ou outras entidades”.

Segundo Ana Ferreira, jurista da associação de defesa do consumidor, a DECO,…

Aquilo que os consumidores devem fazer quando confrontados com uma situação destas é chamar a autoridade policial ao local para que possa ser feito um auto daquela situação. O auto vai ser fundamental para que o consumidor depois possa apresentar reclamação junto da autarquia ou da entidade que tiver a competência para a manutenção daquela estrada, provando que esteve naquele local, que ocorreu aquele sinistro, a data e os motivos que estiveram na origem daquele sinistro

Segundo a jurista, muitas vezes acontece que o condutor continua a sua viagem e só depois apresenta uma reclamação, mas, sem o auto da polícia, “a primeira resposta que o consumidor poderá ter é de que não existem provas de que esteve naquele local, que o sinistro ocorreu e que os danos reclamados tiveram origem no que descreve”.

Isso leva a que “só nas situações em que se consegue comprovar que houve a falta de diligência, uma responsabilidade por parte da entidade, é que o consumidor tem direito a ser indemnizado pelos danos que sofreu”.

Se for o caso de uma estrada com buracos que causam danos aos veículos, e que até já foi alvo reclamações, perante as quais as entidades já deveriam ter adotado diligências e não o fizeram, as hipóteses aumentam de ser indemnizado. O processo pode ser demorado e quase sempre tem de ser o consumidor a reparar o veículo.

Nesta situação deve guardar todos os elementos comprovativos: deve colocar o veículo numa oficina que faça um orçamento onde descreva como é que o veículo se encontrava, o que é necessário para reparar e uma fatura o mais discriminada possível, com o valor total, que vai ser no fundo a indemnização que o consumidor vai pedir e precisa de prova

Toda a informação possível (incluindo fotos à estrada e aos estragos do veículos que podem ser tiradas no local usando o smartphone), para anexar ao processo, é fundamental no caso de um acidente ter ocorrido devido ao estado da via de circulação estar em mau estado. Ana Ferreira aconselha que seja feito um dossiê completo com dados que podem facilitar a análise do processo, contendo o auto da polícia, relatórios de peritos de oficinas e até fotos da viatura e da situação ocorrida.

Audi R8 e Ferrari entre os apreendidos

A PSP do Porto, através da Divisão de Investigação Criminal, deteve três homens e desmantelou uma rede que furtava, desmantelava e distribuía componentes de viaturas automóveis, de marcas como Mercedes, BMW, Lexus e Jaguar.

Foram apreendidos oito carros, sendo que, desses, quatro constavam como roubados e dois – duas ‘bombas’, um Audi R8 e um Ferrari, ambos de matrícula espanhola – estavam com os principais suspeitos e as autoridades tentam perceber se a proveniência é também ilícita.

Os membros da rede tinham ligações a pequenos empresários proprietários de stands e oficinas, conseguindo assim colocar no mercado os conjuntos de jantes e pneus, alguns dos quais no valor de 8 mil euros.

Após investigação de dois anos, a megaoperação da PSP passou por Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Gondomar, Valongo, Trofa, Santa Maria da Feira, Paços de Ferreira, Lousada, Paredes, Penafiel, Braga e Felgueiras. Foram ainda apreendidos 30 conjuntos de jantes e artigos como bancos, centralinas, volantes, sistemas de som, GPS, manómetros, entre outros.

Falsa advogada constituída arguida

Uma mulher, de 61 anos, que se fazia passar por advogada, foi constituída arguida pelos crimes de burla, abuso de confiança e procuradoria ilícita.

A suspeita, que já trabalhou num escritório de advogados, fez-se passar por advogada, lesando um indivíduo em seis mil euros, valor pago para a defesa em três processos crime.

Na sequência do processo, que teve início há cerca de nove meses, com base na denúncia da vítima, foram realizadas buscas que permitiram apreender documentos relacionados com os crimes em investigação pelo Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Guimarães da GNR.

A suspeita, de Vizela, foi sujeita a termo de identidade e residência.

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