GNR detém homem a furtar dinheiro no santuário do Bom Jesus

O Comando Territorial de Braga, através do Posto Territorial do Sameiro, deteve, na última sexta-feira, um homem de 34 anos, pelo crime de furto, na Basílica do Bom Jesus do Monte, em Braga.
Na sequência de uma denúncia, em que se encontrava um homem a furtar as moedas de uma máquina de animação que conta a história do santuário, os militares deslocaram-se de imediato ao local, onde verificaram que o suspeito tinha na sua posse moedas no valor de 33 euros e um canivete que foi utilizado para efetuar o arrombamento da caixa que continha o dinheiro.
O suspeito foi detido e constituído arguido, tendo os factos sido remetidos ao Tribunal Judicial de Braga.

Combustíveis mais baratos a partir de segunda feira

Há boas notícias para quem quiser abastecer: os preços dos combustíveis vão descer na próxima semana. Se tudo se mantiver como a esta hora, na próxima segunda-feira o preço da gasolina vai descer 1,5 cêntimos e o gasóleo desce 0,5 cêntimos.

Recorde-se que, no início da semana, o preço médio de venda ao público da gasolina era de 1,52 cêntimos por litro, e o do gasóleo era de 1,39 cêntimos por litro.

TVI24

Vídeo: Caos em Braga, chuva deixa carros submersos

A chuva que se tem vindo a fazer sentir nas últimas horas tem provocado o caos em Braga. Há registo de várias viaturas que ficaram submersas, como é possível ver nas imagens do Diário do Minho.

Chuva e inundações

Várias inundações na cidade de Braga. Mau tempo tem mobilizado os Bombeiros

Publicado por Diário do Minho em Sábado, 19 de outubro de 2019

 

O mau tempo deverá manter-se nas próximas horas, embora a chuva tenha tendência para perder intensidade com o passar das horas.

Chuva trovoada e vento colocam a região em alerta amarelo

Violência Doméstica: Mulheres de Braga saem domingo à rua para exigir que “parem de as matar”

Em declarações à Lusa, uma das organizadoras e responsáveis pelo grupo no Facebook, Emília Santos, explicou que o objetivo da concentração, marcada para as 15.00 na Praça da República, é “mesmo fazer barulho” e chamar a atenção para a necessidade de “educação nas escolas, sensibilização dos agentes políticos, jurídicos e policiais” para a “falta de proteção efetiva” à vítima de violência doméstica.

O grupo, que tem Braga como referência por ter sido criado depois de “mais uma mulher” ter sido assassinada na cidade em contexto de violência doméstica, agrega, no entanto, mulheres de vários pontos de Portugal e além-fronteiras que pretendem “mandar uma mensagem forte” à sociedade com a ação de domingo.

“Basta de nos matarem” é o mote para o “apelo à união de mulheres que foram, são, que não sabem que são e que podem vir a ser” vítimas de violência doméstica, mas “sem esquecer que há outras vítimas, como homens, crianças e adolescentes”.

“A condição de vítima de violência doméstica não tem estrato social, género, nem idade e se nos acusam de nos concentrarmos nas mulheres no grupo é porque a ideia foi criar um espaço de liberdade para as mulheres. Mas, no domingo vamos lá estar por todas as vítimas”, garantiu Emília Santos.

A organização admite que as leis contra a violência doméstica existem, porém, salientou, “não são suficientes, são pouco aplicadas e sobretudo desconhecidas de muitas das vítimas, pelo que este tipo de ação tem que funcionar como um grito de alerta e chamada de atenção para quem “até é vítima e não sabe”.

O grupo quer ainda dinamizar uma petição para entregar na Assembleia da República para “exigir que a educação contra este flagelo comece logo na pré-primária, que os agentes de autoridade sejam formados para lidarem com estes casos, que os juízes sejam sensibilizados para a aplicação de prisões efetivas e também para que os órgãos de comunicação social tenham outra abordagem” quando retratam o tema.

“O apoio da comunicação social é fundamental porque são vocês, jornalistas, que denunciam muitos casos, mas muitas das vezes, e de forma até involuntária, acabam quase que por ir desculpabilizando o agressor na forma como retratam a vítima ou o agressor”, explicou.

Outra questão que o grupo quer abordar é o apoio à vítima: “São necessárias mais esquadras com atendimento especializado, pessoal nos hospitais preparados para reconhecer um episódio de abuso, formas de apoiar de forma imediata a vitima protegendo-a, afastando o agressor, mas sem que a vítima seja isolada do mundo, porque parece que ela é que é a criminosa”, exortou.

“O ano de 2019 está a ser um ano negro, já foram mortas mais de 30 mulheres e, se calhar, enquanto falamos, está uma nova Gabriela a ser morta, ou agredida, ou um António, ou uma adolescente a ser controlada de forma abusiva pelo namorado e a achar isso normal, aceitável. É isto que tem que parar”, salientou.

O Mulheres de Braga foi criado em setembro, depois de uma funcionária do Theatro Circo, chamada Gabriela, ter sido assassinada frente ao Tribunal e, em oito dias, passou o número de 12 mil adesões.

A ação de domingo, explicou a organizadora, não pretende “a adesão só de mulheres, mas também dos homens deste país, jovens, adultos, adolescentes, pais, filhos e irmão de todas as Gabrielas que andam por aí e não se lhes conhece o rosto”.

“Basta de nos matarem”, reforçou Emília Santos.

Mais de mil médicos foram alvo de processos disciplinares em 2018, 45 foram condenados

Segundo os dados da Ordem dos Médicos, os conselhos disciplinares do Norte, Centro e Sul abriram, no ano passado, 1.071 processos, mais de metade dos quais (609) no Sul do país e 301 no Norte.

A informação mostra que foram encerrados 957 casos, de onde resultaram 45 condenações, sendo que apenas 14 foram no Conselho Disciplinar do Sul.

A maior parte das condenações (21) foi decidida no Conselho Disciplinar do Norte.

Dos médicos condenados, nenhum foi expulso, mas 13 foram suspensos.

O maior número de castigos foram censuras, tendo sido atribuídas 21, enquanto os restantes 11 levaram uma advertência.

Estes dados não incluem ainda o recente caso do médico obstetra envolvido no nascimento, em Setúbal, de um bebé com malformações, já que o bastonário da Ordem dos Médicos só apresentou queixa ao Conselho Disciplinar do Sul na sexta-feira.

Miguel Guimarães disse que ia pedir ao Conselho Disciplinar do Sul uma reunião “com caráter de urgência” para averiguar se deve ser aplicada a suspensão preventiva do obstetra, considerando que se justifica a “imediata inquirição do médico”.

“Nós tomámos conhecimento das queixas sobre o médico” na quinta-feira, quando foram divulgadas as notícias das queixas que já existiam e da queixa atual, referiu Miguel Guimarães, esclarecendo que a queixa atual não chegou ainda à Ordem dos Médicos, porque “não houve ainda da parte da família uma queixa para o Conselho Disciplinar da Ordem”.

O bastonário sublinhou, no entanto, que não é preciso a família apresentar a queixa.

“Hoje mesmo [sexta-feira] vou solicitar com urgência a abertura de um processo a nível do Conselho Disciplinar”, disse em conferência de imprensa, em Lisboa.

A conferência de imprensa foi convocada para prestar esclarecimentos sobre o caso do bebé nascido em Setúbal com malformações no rosto — sem nariz, sem olhos e com parte do crânio em falta — e que envolvem o obstetra Artur Carvalho, que, confirmou hoje Miguel Guimarães, tem cinco processos disciplinares em aberto no Conselho Disciplinar do Sul da Ordem dos Médicos, ao qual se vai juntar um sexto processo relativo a este caso.

O processo relativo ao bebé de Setúbal será o sexto processo daquele médico e o segundo em 2019, tendo os outros acontecido entre 2013 e 2017.

Segundo os dados disponibilizados pela Ordem dos Médicos, 900 casos foram arquivados no ano passado, estando ainda ativos 1.988.

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