Combustíveis devem descer no arranque da semana

No início da semana deverá haver uma alteração nos preços dos combustíveis. De acordo com o Jornal de Negócios, apesar de não existirem confirmações do setor, “há margem para uma redução de 1 cêntimo no preço da gasolina e de mais de 2 cêntimos no gasóleo”.

Tendo em conta os preços médios praticados esta semana em Portugal, a gasolina simples poderá baixar para 1,535 euros por litro, enquanto o gasóleo poderá baixar para 1,42 euros por litro.

‘Jackpot’ de 100 milhões de euros do Euromilhões saiu a apostador em Portugal

O segundo prémio, de 349.306,00 euros, contemplou quatro jogadores no estrangeiro, enquanto o terceiro prémio, no valor de 65.085,87 euros, vai ser entregue a cinco apostadores, nenhum deles em Portugal.

Já o quatro prémio, de 2.487,14 euros, contemplou 64 apostadores, sete dos quais em Portugal.

A chave vencedora do concurso 005/2020 do Euromilhões, sorteada hoje, é composta pelos números 08 – 19 – 20 – 29 – 44 e pelas estrelas 03 e 08.

O código vencedor do concurso 03/2020 do M1lhão, sorteado hoje, é o MZG 24000 informou o Departamento de Jogos da Santa Casa. O prémio, no valor de um milhão de euros, saiu no distrito de Lisboa.

Tempo: Chuva forte até sábado e depois regressa o tempo seco e frio

Em declarações à Lusa, a meteorologista Maria João Frada, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), adiantou que até sábado está prevista a passagem de sucessivas ondulações frontais que vão trazer chuva forte.

“Hoje de manhã temos já períodos de chuva em geral fraca e a partir da manhã prevê-se um aumento da intensidade e frequência da precipitação, especialmente no norte e cento, acompanhada de vento forte com rajadas nas terras altas até 100 quilómetros por hora”, disse.

Esta situação levou já a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) a emitir na quarta-feira um alerta para o agravamento das condições meteorológicas, em particular nos distritos de Viana do Castelo, Vila Real, Braga e Porto.

A ANEPC recomenda que seja dada “especial atenção às zonas historicamente identificadas como vulneráveis a inundações”, uma vez que poderá haver acumulação de água da chuva nas bacias hidrográficas de Lima, Cávado e margem norte do Douro.

Em declarações à Lusa, a meteorologista Maria João Frada indicou que para o final do dia de hoje está também prevista chuva, mas em geral fraca no Algarve e baixo Alentejo.

“Por causa do mau tempo, o IPMA emitiu aviso laranja para os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto e Aveiro devido à agitação marítima, prevendo-se ondas de sudoeste com 5 a 5,5 metros, podendo atingir 9 metros de altura máxima”, disse.

Este aviso laranja vai estar em vigor entre as 12:00 e as 18:00 de hoje.

Os distritos de Coimbra, Leiria e Lisboa, também estão sob aviso amarelo por causa da agitação marítima, prevendo-se ondas de oeste/sudoeste com 4 a 5 metros até às 21:00 de hoje.

O IPMA emitiu também aviso amarelo para Viana do Castelo, Braga e Porto devido à previsão de períodos de chuva, por vezes forte, entre as 12:00 e as 18:00 de hoje.

Os distritos de Viana do Castelo, Porto, Braga, Aveiro, Vila Real, Guarda, Viseu e Coimbra devido ao vento forte de sul, com rajadas até 80 quilómetros por hora no litoral e rajadas até 100 quilómetros por hora nas terras altas entre as 09:00 e as 18:00 de hoje.

“Para sexta-feira prevê-se uma diminuição considerável da intensidade do vento. Teremos neblinas e nevoeiros matinais e uma descida significativa das temperaturas mínimas. Vão rondar os 3 a 6 graus no norte e centro”, disse.

Segundo Maria João Frada, na sexta-feira estão previstos aguaceiros fracos durante a madrugada nas regiões do norte e centro, podendo ocorrer queda de neve.

“No sábado voltamos a ter uma aproximação de ondulação frontal com a vinda de chuva. Vai ser um dia com muita chuva e vento em todo o território. Esta chuva pode ser temporariamente intensa, acompanhado por vento forte, em especial no litoral e nas terras altas e queda de neve de madrugada em quotas acima dos 700/900 metros”, referiu.

Para domingo, indicou Maria João Frada, está prevista uma melhoria com o regresso do tempo seco, mas também do frio com a descida acentuada das temperaturas e vento, que vão fazer aumentar o desconforto térmico.

De acordo com o IPMA, as temperaturas mínimas vão descer em Portugal continental na ordem dos 7 graus Celsius.

“No domingo, as temperaturas mínimas vão rondar os -2 e 1 no nordeste transmontano e Beira Alta, entre 4 e 6 graus no resto do território, com exceção do Algarve que será entre os 5 e os 8 graus. Na segunda-feira, as temperaturas mínimas voltam a descer 2 graus nas regiões do norte e centro”, disse.

Mau tempo: Proteção Civil lança alerta à população devido a agravamento a partir das 12h00

Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) lançou um alerta devido ao agravamento das condições meteorológicas na tarde desta quinta-feira, com destaque para os distritos de Braga, Porto, Viana do Castelo e Vila Real.

De acordo com o comunicado emitido pela ANEPC, estão previstos períodos de chuva, que poderá ser “forte a partir do fim da manhã” na região norte.

Segundo a Proteção Civil, o agravamento das condições meteorológicas terá “especial incidência” naqueles distritos, entre as 12:00 e as 18:00.

A Proteção Civil alerta também para a possibilidade de vento de sul forte no litoral oeste norte e centro, com rajadas que poderão atingir os 80 quilómetros por hora, podendo atingir os 100 Km/hora nas terras altas.

Estudo revela que exposição a composto químico na água da torneira está associada ao cancro da bexiga

De acordo com os resultados de um estudo de investigadores do Instituto de Saúde Pública de Barcelona (ISPB), divulgado em comunicado, Portugal está entre os países em que a concentração de trihalometanos (THM) compostos tem picos que ultrapassam o máximo de 100 microgramas por litro permitidos na União Europeia (UE) e que estão também estipulados na legislação nacional. Os dados compilados pelo estudo indicam, no entanto, que a concentração anual média de THM na água da torneira em Portugal é de 23,8 microgramas por litro.

Os trihalometanos (THM) formam-se no processo de desinfeção da água e são um conjunto de quatro compostos orgânicos: Clorofórmio (CHCl3), Bromodiclorometano (CHBrCl2), Dibromoclorometano (CHBr2Cl) e Bromofórmio (CHBr3). O potencial carcinogénico dos THM já era conhecido, mas o estudo divulgado hoje pretende estabelecer uma relação direta entre a exposição a esses compostos e casos de cancro da bexiga.

“Investigações anteriores haviam estabelecido uma associação entre a exposição prolongada a THM – seja por ingestão, inalação ou absorção dérmica – e o aumento do risco de cancro da bexiga”, refere o comunicado do ISPB.

O ISPB analisou a presença de trihalometanos na água da torneira de 26 países da UE, à exceção da Bulgária e da Roménia.

Em termos de percentagem, o ISPB lista como países com maior incidência de casos de cancro da bexiga atribuíveis a exposição a THM Chipre (23%), Malta (17%), Irlanda (17%), Espanha (11%) e a Grécia (10%). Portugal regista uma incidência de 9,1%.

No extremo oposto estão a Dinamarca (0%), a Holanda (0,1%), a Alemanha (0,2%) a Áustria (0,4%) e a Lituânia (0,4%).

Os autores do estudo, publicado no boletim científico Environmental Health Perspectives, analisaram dados recentes sobre os níveis de THM nas redes municipais de água da Europa e estimaram a carga de doença para o cancro da bexiga atribuível à exposição a este composto.

“O maior desafio foi recolher dados representativos sobre os níveis nacionais em todos os países da UE. Esperamos que estes dados estejam mais prontamente acessíveis no futuro”, disse Cristina Villanueva, investigadora que coordenou o estudo.

Os investigadores enviaram questionários a entidades responsáveis pela qualidade da água municipal a requisitar informação sobre a concentração total e individual de trihalometanos nas torneiras da rede de distribuição e nas estações de tratamento de água. Complementarmente, foram obtidos dados de outras fontes, como publicações ‘online’, relatórios e literatura científica.

Foram obtidos dados de 2015 a 2018 em 26 países da União Europeia, cobrindo 75% da população, que revelaram diferenças consideráveis entre países.

O nível médio de trihalometanos na água potável situou-se abaixo do limite máximo permitido na União Europeia em todos os países, mas os picos de concentrações máximas reportadas excederam o limite em nove países (Chipre, Estónia, Hungria, Irlanda, Itália, Polónia, Portugal, Espanha e Reino Unido).

O número potencial de casos de cancro na bexiga foi estimado através de um cálculo estatístico relacionando os níveis médios de THM com a informação internacional disponível sobre as taxas de incidência deste tipo de cancro em cada país.

No total, os investigadores concluíram que 6.561 casos de cancro da bexiga por ano na UE são atribuíveis à exposição a trihalometanos.

Os autores do estudo recomendam que os países com níveis mais elevados de THM na água tratada façam esforços para reduzir esses compostos e estimam que, se os 13 países com os níveis mais elevados de THM reduzissem essa concentração, poderiam ser potencialmente evitados 44% dos casos anuais de cancro da bexiga atribuíveis a exposição a THM.

Novas matrículas sem ano / mês devem arrancar em março

Em comunicado, o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) adianta que do atual modelo de números de matrículas, constituído por dois grupos de dois algarismos e um grupo de duas letras (00-AA-00), “estavam ainda disponíveis para serem atribuídas no início deste ano cerca de 60.220 matrículas”.

“Prevê-se que este modelo, do qual desde 25 de maio de 2005 até agora foram reservadas 5.109.263 matrículas, se esgote no final do próximo mês de fevereiro”, adianta, acrescentando que a nova série de matrículas (com o modelo AA-00-AA) “terá uma utilização previsível de cerca de 45 anos”.

Segundo o IMT, “com o novo formato de número de matrícula passa também a ser utilizado um novo modelo de chapa de matrícula para a generalidade dos veículos, sem a inclusão do ano e mês da primeira matrícula do veículo, sendo também eliminados, em todos os modelos, os traços separadores de grupos de carateres, mantendo-se, no entanto, um espaçamento entre o grupo de carateres”.

“O ano e mês da matrícula são elementos que não fazem parte do número da matrícula dos veículos e não são um elemento relevante para a identificação dos veículos, sendo que Portugal é o único país dos 28 Estados-membros da União Europeia que apresentava estes elementos na respetiva chapa de matrícula”, refere.

Conforme explica, “esta situação era geradora de más interpretações, dado o referido espaço ser utilizado em muitos países para indicar a data de validade do número da matrícula e não o ano e mês do veículo, elementos que nada têm a ver com o número de matrícula”.

Quanto às chapas de matrícula para motociclos, “por analogia com as chapas de matrícula dos automóveis”, é introduzida uma área a azul com a inscrição do símbolo da União Europeia e do símbolo distintivo do país no qual se encontra matriculado (letra “P”), “evitando assim a necessidade da afixação de elemento adicional com esta última informação para efeitos de circulação fora do território nacional”.

O IMT esclarece ainda que “as chapas de matrícula da série atual e das séries precedentes se mantêm válidas, sendo que, “no caso de substituição da chapa de matrícula, os proprietários dos veículos podem optar pela colocação de chapas de matrícula dos modelos da nova série ou do modelo de chapa de matrícula em vigor à data da matrícula do veículo em território nacional”.

Nos termos de um decreto-lei publicado hoje em Diário da República, as novas matrículas vão deixar de referir o mês e ano de registo dos veículos, por não ser “um elemento relevante” para identificação das viaturas e gerar “interpretações incorretas”.

O decreto-lei n.º 2/2020, que altera o Regulamento da Matrícula, o Código da Estrada e o Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir, refere que o objetivo é “a harmonização do modelo de chapa de matrícula com o da generalidade dos Estados-membros da União Europeia, que não apresentam referência à data da primeira matrícula do veículo”.

Pretende-se também “harmonizar os modelos das chapas de matrícula dos ciclomotores e motociclos com o dos restantes veículos, no que se refere à inclusão do dístico identificador do Estado-membro de matrícula, previsto no Regulamento (CE) n.º 2411/98 do Conselho, de 03 de novembro de 1998, facilitando a circulação internacional destes veículos”.

Conforme se lê no texto do diploma, a referência ao ano e mês de matrícula nas atuais matrículas emitidas em Portugal “é única na União Europeia”, sendo que “só em Itália é possível indicar o ano da matrícula”.

Os novos modelos agora aprovados “passam a ser obrigatórios para todas as matrículas atribuídas a partir da data em que se esgotar a atual série de números de matrícula, podendo as chapas de matrícula que já se encontram instaladas no parque de veículos em circulação manter-se em uso, sem necessidade de substituição, que poderá, no entanto, ser efetuada pelos proprietários dos veículos caso assim o desejem”.

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