Autoridades desmantelam serviço de televisão pirata a nível mundial

Uma das maiores plataformas online que garantia a distribuição de tv pirata para grande parte da europa foi desmantelada nas últimas horas em Itália. Esta medida faz parte da Operação Maxi, que vai prosseguir em todo o território europeu nos próximos dias, junto de outras organizações que se dediquem a esta atividade ilegal.

Somente na Itália cerca de 5 milhões de utilizadores estão envolvidos nesse negocio, com um volume de negócios estimado em mais de 2 milhões de euros por mês.

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Uma parte do material apreendido pelas autoridades italianas está disponível no próximo vídeo.

 

Companhia aérea cancelou todos os voos por “problemas financeiros” e não garante devolução do dinheiro

Desde este sábado que todos os voos da companhia aérea francesa Aigle Azur foram cancelados. Portugal faz parte dos países afectados.

Avança a Lusa que entre os voos suspensos estão incluídos Portugal, Brasil, Ucrânia e Mali,. Em Portugal, a Aigle Azur voava para o Porto, Funchal e Faro. A companhia aérea não garante a devolução do dinheiro dos bilhetes marcados para datas posteriores a sábado.

A Aigle Azur admitiu a situação de insolvência no início desta semana e inicialmente iria manter os voos, mas tal não aconteceu. A insolvência foi declarada devido a uma disputa entre accionistas, segundo a Turisver. A empresa afirmava estar em “sérias dificuldades”. De acordo com a publicação online de turismo, o comunicado referia “deterioração do clima social” na empresa.

Segundo a agência noticiosa Lusa, está ainda em cima da mesa a possibilidade de algum operador comprar uma parte do negócio da Aigle Azur e levar a cabo uma reestruturação na companhia.

WhatsApp, Facebook e Instagram estão offline

Serviços ficaram indisponíveis na manhã deste domingo.

O Facebook, o Instagram e o WhatsApp estão inacessíveis hà várias horas, a nível mundial.

As falhas foram reportadas, até ao momento, na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia.

O Facebook, o Instagram e o WhatsApp estão a registar várias falhas a nível mundial este domingo. Não param de aumentar os relatos de dificuldades em utilizar estas plataformas no Twitter e em páginas como o Down Detector.

Os problemas começaram a ser registados a partir das 11h30, hora de Lisboa. Além de não ser possível atualizar a cronologia do Facebook ou do Instagram, os utilizadores não estão a conseguir trocar mensagens no WhatsApp.

Este artigo foi redigido pela empresa de tecnologia SOFTBIT.

Canadá aprova uso de canábis para fins recreativos

O Canadá será o segundo país a permitir o consumo de canábis para fins recreativos, a partir de quarta-feira, com legislação que terá maior impacto económico do que social.

Para a maioria dos cidadãos, contudo, apesar da medida ser quase inédita (por agora, apenas o Uruguai tem legislação idêntica, relativa ao consumo de canábis para fins recreativos), nada será muito diferente a partir de quarta-feira: o Canadá tem vindo a fazer, desde 1972, um longo trajeto em direção à descriminalização da posse de canábis; em 2000 o Supremo Tribunal já tinha permitido o consumo para fins medicinais; e o processo de regulamentação da nova lei promete ser moroso e obrigará ainda a muitas clarificações.

O Governo federal vai permitir legislação específica para cada Província: cada governo provincial pode definir a idade mínima para a sua compra (sempre a partir dos 18 anos, podendo ir aos 19 anos, que é a idade mínima para o consumo de álcool), bem como se o canábis pode ser comprado em lojas privadas, ou apenas em estabelecimentos geridos pelo Estado.

Seja como for, com a legislação aprovada na quarta-feira, os residentes no Canadá poderão comprar canábis pela Internet, através de portais administrados pelas autoridades de cada Província – um recurso útil para consumidores de cidades onde possam existir maiores restrições à sua venda.

De acordo com a agência Associated Press, a maioria das províncias terá pelo menos algumas lojas abertas já na próxima quarta-feira: seja as 20 em New Brunswick ou uma única loja na Colúmbia Britânica.

Em termos económicos, a legislação terá visível impacto, com o negócio a gerar entre 750 milhões a mil milhões de euros anuais, sem contar com as inevitáveis receitas do mercado negro, segundo contas do Governo federal citadas pela agência France Presse.

Os empresários mostram-se otimistas quanto ao negócio que se abrirá com a nova lei.

“Cada grama produzida será vendida”, afirmou ao The Economist Chuck Rifici, presidente da Auxly, uma das empresas que se dedicará à comercialização de canábis.

A nova lei estabelece um limite de 30 gramas para aquilo que as pessoas podem comprar de uma só vez ou possuir em público, e permitirá que os moradores cultivem até quatro plantas em casa, embora duas províncias – Quebeque e Manitoba – tenham anunciado que optarão por proibir a produção doméstica.

Uma preocupação aliada à nova lei prende-se com a segurança nas fronteiras, onde ao longo dos últimos 12 meses as autoridades têm tomado medidas de precaução sobre o controlo de tráfico.

Em declarações à estação pública de radiotelevisão, CBC, o ministro da Segurança Fronteiriça do Canadá, Bill Blair, garantiu que 880 polícias foram treinados para detetar condutores sob efeito de canábis.

Outra preocupação vem da comunidade médica, com o Jornal da Associação Médica do Canadá a denunciar, na segunda-feira, que a legalização de canábis para fins recreativos é “uma experiência descontrolada”.

“A 17 de outubro, o governo do Canadá lançará uma experiência descontrolada, opondo os lucros dos produtores de canábis e as receitas fiscais, de um lado, e a saúde dos canadenses, do outro”, escreveu a diretora do Jornal, Diane Kelsall, em editorial.

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, reconhece que esta medida já está a ser alvo de grande atenção pela comunidade internacional, tendo afirmado à France Presse que responsáveis de outros países lhe têm transmitido a ideia de que esta é uma lei arrojada.

Em Portugal, o ex-ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, chegou a defender, em junho passado, que a utilização da canábis para outros fins sem ser terapêuticos é uma questão que “carece de ponderação” e de avaliação de experiências em curso noutros países.

A Lusa questionou o Ministério da Saúde sobre se e que tipo de acompanhamento será feito ao caso da nova legislação no Canadá, mas até ao momento não obteve qualquer resposta.

O Presidente da República promulgou a 10 de julho a utilização de canábis, mas apenas com fins medicinais, que a Assembleia da República tinha aprovado em junho.

A utilização de medicamentos, preparações e substâncias à base da planta da canábis foi aprovada pela Assembleia da República em 15 de junho na votação final global de um texto da comissão parlamentar de saúde originado por projetos de lei do Bloco de Esquerda e do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN).

Mudança da hora acaba em 2019

A Comissão Europeia decidiu acabar com a mudança da hora já para o próximo ano.

O parlamento europeu, em Bruxelas, anunciou na passada sexta-feira que vai caber a cada país, decidir como acertar definitivamente o relógio.

A escolha é entre o horário de inverno ou o horário de verão.

Estudo diz ” tirar três semanas de férias prolonga a vida “

Costuma tirar uma ou duas semanas de férias por ano e pouco mais? Pode estar a correr riscos. Um estudo apresentado esta semana no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, em Munique, sugere que quem tira menos do que três semanas seguidas de férias corre mais riscos de saúde do que quem tira três ou mais.

O estudo, que foi desenvolvido por investigadores da Universidade de Helsínquia, na Finlândia, ao longo de 40 anos, contou, para análise, com uma amostra de cerca de 1200 homens executivos de meia idade que começaram por ser recrutados em 1974 e 1975. Todos tinham algum fator de risco de doença cardiovascular.

Os investigadores dividiram o grupo e analisaram as várias reações ao longo dos anos perante os que fizeram um estilo de vida mais saudável (e que foram acompanhados de perto) em comparação com os que tinham hábitos menos saudáveis.

Entre as conclusões que conseguiram extrair está a questão do tempo de descanso. Houve mais mortes entre os que tiravam menos tempo de férias, porque trabalhavam mais e dormiam menos. Os homens com estilo de vida mais saudável (o chamado grupo de intervenção) que tiraram menos de três semanas de férias por ano tiveram um risco 37% maior de morrer do que os que tiravam três semanas ou mais, no período analisado entre 1974 e 2004.

O stress, conclui o estudo, é uma parte importante no risco de doenças cardiovasculares.

“Não pense que ter um estilo de vida saudável pode compensar o facto de trabalhar mais e não tirar férias”, conclui o investigador Timo Strandberg, da Universidade de Helsínquia, na Finlândia.

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