Melão Casca de Carvalho Augusto Martins

Melão Casca de Carvalho Augusto Martins
Produtores de melão casca de carvalho com garantia de qualidade, 25 anos a produzir.
Ponto de venda em Outiz junto ao fontanário, na estrada N206 Famalicão/Póvoa e em Soutelo – Vila Verde.
Fazem entregas a restaurantes.
“O que une a família e os amigos”
Contacto 967 427 809

A gelataria Monalisa chegou à cidade de Santo Tirso

A gelataria Monalisa chegou à cidade de Santo Tirso

Gelado artesanal Italiano , crepes, waffles, copas de gelado cafetaria.

Com o calor nada melhor do que desfrutar deste espaço com esplanada no coração da cidade de Santo Tirso .

A Monalisa nasceu na Povoa de Varzim, com um conceito diferente na gelataria.

Expandiu-se até Vila do Conde, Porto, Caparica, Funchal, agora na cidade de Santo Tirso, na rua do Bombeiro Voluntário, nº6 r/c.

Monalisa um espaço a visitar , com deliciosos , lanches, para provar.

Esperam por si!!

Como os investidores podem encontrar novas fontes de rendimento

A procura por novas oportunidades de negócio, investimento e até fontes de rendimento é uma constante para investidores e até pessoas que tenham a ambição de fazerem com que o seu dinheiro “trabalhar por elas”. Porém, e dependendo sempre da instabilidade económica e social, poderão haver momentos em que é mais fácil ou complicado de encontrar essas novas oportunidades. Tudo está muito dependente do calendário económico.

Felizmente, e como a presença das tecnologias e do teletrabalho nos está a abrir portas impensáveis há algumas décadas, tanto empreendedores como investidores terão que necessariamente ir de encontro com o que o mercado lhes está a indicar, se adaptando às novas realidades.

Mas que novas fontes de rendimentos os portugueses poderão encontrar, principalmente os que têm algumas poupanças guardadas? Essa é a resposta que pretendemos dar, disponibilizando uma série de opções de investimento, que deverão ser naturalmente estudadas e avaliadas, para cada caso específico.

Compra de uma casa

Numa altura em que o preço das casas em Portugal, principalmente nas cidades com mais população, estão a atingir máximos históricos, existem sempre as dúvidas naturais das famílias e dos investidores: será que é uma boa altura para comprar?

Ora, historicamente, está provado que, devido à inflação, mas também muito dependente da localização da casa que vai comprar, as habitações aumentam de valor consideravelmente. Ou seja, estará a conseguir ganhar dinheiro com os anos.

Porém, deverá olhar para a compra da casa como uma possível fonte de rendimento extra, principalmente se for uma segunda casa. Desde rendas de quartos, apartamentos ou até mesmo casa de férias, a sua habitação poderá ser um ativo muito rentável para si.

Investimentos tradicionais

Também como forma de diversificar o seu portfólio de investimentos, escolher investimentos mais tradicionais, como é o caso dos PPR´s, ações na Bolsa de Valores ou até mesmo ETF´s ou fundos, poderão ser alternativas viáveis para os seus investimentos.

No entanto, e tal como acontece com o encontrar da casa ideal, deverá fazer um estudo aprofundado das empresas ou das aplicações financeiras nos quais pretende investir. Uma dica valiosa é que, por exemplo, ao estar a investir numa ação de uma empresa, saiba ao detalhe quais são as fontes de rendimento da mesma, o seu “Balance Sheet” e até mesmo quais são as projeções e os planos de expansão futuros.

Uma das regras sagradas dos investimentos é de você conseguir ter o maior conhecimento possível, para saber reagir sempre em conformidade e com o máximo de controlo e responsabilidade.

Mercados de câmbios como Forex

Por outro lado, caso pretenda ser mais ativo nos seus investimentos, não querendo fazer assim investimentos com uma visão a longo prazo, saiba que existem outras opções mais arriscadas, mas também mais rápidas de investir e diversificar o seu portfólio.

Opções como o trading diário ou até trabalhar nos mercados de pares no mercado Forex, relacionados com as oscilações cambiais, está a ser cada vez mais opções viáveis para investidores que querem poder estar a investir na compra e venda de ativos em poucos dias, horas ou até minutos.

Porém, e como acontece com qualquer tipo de investimento, deverá ter um conhecimento profundo de como os mercados funcionam, bem como quais são os riscos que estará a correr. Mantenha-se sempre bem informado.

Saiba mais sobre os diversos tipos de lâmpadas que podem ser usadas no automóvel

Quando anoitece ou passamos por locais que não recebem a luz solar, temos um importante acessório no veículo para nos auxiliar a enxergar melhor: os faróis. Estes são itens essenciais de todo automóvel. Desde o início da era dos automóveis, quando eles eram abastecidos a querosene, as lâmpadas estavam presentes auxiliando o condutor.

Temos não só um tipo de lâmpadas, mas inúmeros. Cada um possui uma qualidade e diversos modelos. Podem ser simples até muito sofisticadas e serão abordadas neste artigo. Iremos te contar quais os tipos de lâmpadas mais usados e vendidos. É comum classifica-las em: halógenas, super branca, LED e xênon. Segundo a Revista Turbo algumas marcam já apostam na eficiência com faróis de LED que poupam energia.

É importante ressaltar que não são todos os veículos que pode utilizar todos os modelos de lâmpadas. Existem alguns específicos e usá-los incorretamente pode gerar um gasto excessivo de bateria e também pode resultar em multa, caso o conjunto de luzes seja excessivo e atrapalhe o trânsito. Entenda mais sobre os tipos de lâmpada.

XENON

Este modelo de lâmpada utiliza o gás do material xenônio para aumentar a intensidade de cor, variando entre os espectros de 6 mil a 15 mil K. Em veículos zero, recém saídos de fábrica, é comum que se utilize o espectro de 5 mil K. Esta lâmpada tem um facho potente e caso o espectro seja de valor elevado, pode prejudicar os condutores a frente. Busque saber se o modelo de veículo que você possui condiz com este tipo de lâmpada.

LED

O LED utiliza um diodo que emite luz para intensificar a iluminação mediante o uso de um reator. É comum encontrar lâmpadas de LED em espectro de 6 mil K, não sendo recomendado ultrapassar este valor. As lâmpadas de LED podem ser instaladas em quaisquer veículos, utilizando-as nos faróis de neblina, desde que habilitados pelo Certificado de Segurança Veicular. A instalação destas lâmpadas deve ser feita por um profissional com conhecimento sobre o assunto e a mesma deve emitir feixes brancos ou amarelados.

SUPER BRANCA

A lâmpada Super Branca é bastante comum e ajuda a ampliar a visibilidade em carros que possuem faróis mais fracos e que estão instalados há algum tempo. Esse tipo de luz tem brilho intenso e chega a ter efeito de xênon. No mercado, chega-se a ver ofertas entre 4.200 K e 8.500 K, esta última bem popular.

HALÓGENA

Este tipo é o mais comum e encontrado em automóveis. Algumas chegam a 3.500 K e a cor amarela é comum, sendo incandescentes. As Super Brancas são um tipo de halógenas, mas se diferenciam devido a brilho e cor. Este tipo de lâmpada tem baixo custo e é extremamente utilizada, muito fácil de ser encontrada. Para aqueles que se atém a utilizar o modelo original, no manual do veículo encontra-se qual tipo e valor de espectro utilizar.

É importante ressaltar que as lâmpadas à venda no mercado podem ser adquiridas separadamente, não é necessário fazer a troca de todos os faróis de uma vez só, e estas podem ser encontrados na loja online autopecasonline24.pt ou outra de sua confiança. As lâmpadas podem ser substituídas por dois motivos: defeito ou para aumentar a potência de iluminação do veículo. É importante seguir as recomendações para não prejudicar outros motoristas no trânsito.

Economia e vinicultura: aluguer de carros no Porto é a melhor opção para explorar a rota de produção de vinhos na região

No Porto, o turismo tem crescido a olhos vistos ao longo dos últimos anos. As distinções de várias publicações internacionais renomadas, aliadas ao investimento de várias companhias aéreas que passaram a voar diretamente para o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, foram factores determinantes para o crescimento dos números relacionados ao setor de turismo da Cidade Invicta, que atrai turistas de todos os pontos do mundo. Em dezembro de 2018, o Porto tornou-se a segunda cidade portuguesa a entrar no top 100 de cidades do mundo, no qual já constava Lisboa. Os números seguem aumentando e, em fevereiro de 2019, a região de Porto e Norte foi a que mais cresceu em termos de turismo no cenário nacional, conforme foi indicado nos dados lançados em publicações como o Jornal Económico.

Fonte: Pixabay

Porto: degustar vinhos e conhecer lugares inesquecíveis são dois atrativos da região

Para quem visita a cidade do Porto, a possibilidade de fazer um tour pelas caves do vinho do Douro consta em praticamente todas as ofertas de rotas turísticas, propiciando momentos de degustação dos vinhos produzidos na região. Para os mais interessados no assunto, existe também a possibilidade de visitar o Alto Douro vinhateiro e conhecer os lugares de produção de vinhos mundialmente renomados. Para o efeito, é possível fazê-lo através de excursões organizadas, que disponibilizarão a viagem num meio de transporte coletivo, ou, por outro lado, também pode-se seguir até a região a bordo de um veículo próprio ou recorrendo ao aluguer de um automóvel, que pode ser realizado em portais como aluguerdecarrosbaratos.pt. O alguer de carros é a escolha da maior parte dos turistas que desejam percorrer a região em busca de conhecer as melhores vinícolas e degustar das produções por elas oferecidas, além, é claro, de ter a chance de viajar por paisagens cinematográficas. Algumas dicas para viajar pela rota do vinho podem ser verificadas em https://www.visitportugal.com/pt-pt/content/rotas-dos-vinhos.

Além da degustação de produções da região, paisagens memoráveis, conforme mencionado, também compõem o circuito do vinho no Porto e no Alto Douro. A Região Vinhateira do Alto Douro estende-se por cerca de 250 mil hectares, sendo que aproximadamente 48 mil correspondem a plantações de vinha. A região divide-se em três zonas: Baixo Corgo – até à Régua –, Cima Corgo – até Cachão da Valeira – e Douro Superior, que estende-se até a fronteira com a Espanha. No ano de 2001, a UNESCO (United Nations Educational Scientific and Cultural Organization) classificou a região do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial da Humanidade, distinção que honra a beleza de uma paisagem que reflete a perfeita simbiose entre o que de melhor oferece a natureza e o trabalho humano.

Como é possível verificar, a vinicultura é uma da principais atrações turísticas da região do Porto e do Alto Douro. Dados publicados pelo Eurostat em novembro de 2019 indicam que Portugal é o quarto maior produtor de vinho da União Europeia, superado apenas por Itália, França e Espanha. No que o ranking a nível de exportações diz respeito, Portugal ocupa o 5º lugar da lista. Ao contrário do que acontece com outros países, Portugal vende mais vinho para os parceiros comunitários do que fora do mercado único.

Produção em crescimento

Contrariando a tendência verificada nos países integrantes da União Europeia, as estimativas divulgadas pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) indicaram, em novembro de 2019, que Portugal seria a única localidade a aumentar a produção de vinho. Segundo a mesma fonte, as condições climatéricas desfavoráveis provocaram uma redução na ordem dos 11% na produção mundial de vinhos, sendo que os três supracitados principais produtores da União Europeia registaram uma quebra. Portugal, por sua vez, fugiu à regra e aumentou a sua produção.

Fonte: Unsplash

Contas feitas, o aumento efetivamente verificou-se, mas ficou abaixo das expectativas. As previsões acreditavam que a produção iria crescer entre 10% e 11%, mas o crescimento efetivo acabou sendo de 7%. Em termos absolutos, no ano de 2019 produziram-se cerca de 6,5 milhões de hectolitros de vinho em solo luso. Atendendo às declarações de colheita e produção, o aumento foi de 426 mil hectolitros. No caso da região do Douro, produziram-se cerca de 400 mil hectolitros, valor que corresponde a um aumento na ordem dos 30%. As regiões em que maior crescimento se verificou foram Trás-os-Montes, Terras de Cister e Terras da Beira, com valores superiores a 50%. Os vinhos tintos representaram a maior parte da produção (61%), ao passo que os vinhos brancos ficaram na ordem dos 33%, registo completo com os 6% dos vinhos rosados.

Como é possível verificar, não faltam motivos para visitar as regiões do Porto e do Alto Douro vinhateiro. Mesmo para quem não for apreciador de vinho, ficará a conhecer uma das forças motrizes da economia portuguesa e da região norte, além de ter a chance de apreciar paisagens deslumbrantes como pano de fundo.

 

Portugueses buscam alternativas para melhorar rendimentos mensais

As questões da economia nacional permeiam o cenário noticioso português e isto tem uma razão de ser. Num período pós crise e que indica um crescimento financeiro, a verdade é que os portugueses continuam a viver algumas dificuldades no que diz respeito aos seus orçamentos familiares e às suas finanças pessoais. A dificuldade no cumprimento das obrigações faz com que se procurem novas alternativas para melhorar os rendimentos mensais ou minorar as despesas. Conheça algumas das alternativas procuradas pelos portugueses.

Portugal viveu – e vive – dias complexos no que concerne à sua economia. Muitos portugueses encontram-se, ainda, a viver situações de grande instabilidade económica, motivadas por salários insuficientes ou pelo desemprego.
As narrativas dos media são bem demonstrativas da forma como as famílias se digladiam financeiramente para cumprirem as suas obrigações, perante as dificuldades provocadas pela falta de emprego, pelos trabalhos que oferecem apenas o salário mínimo e pelo simultâneo aumento nos preços das rendas e dos produtos comercializados.
O recurso ao crédito – nomeadamente para a compra de habitação, carro ou eletrodomésticos e mobília – é outro dos enraizados hábitos nacionais que coloca os portugueses em situações precárias, com grandes dificuldades em garantir o cumprimento do pagamento das mensalidades.
Perante a realidade atual, portanto, não se estranha que exista uma tendência para procurar alternativas que ajudem a reduzir as despesas familiares ou a aumentar os seus rendimentos, na busca por um melhor orçamento familiar e também por uma vida mais estável, independente e digna.
Venha conhecer algumas das alternativas para melhorar rendimentos mensais dos portugueses.

1. Investir em e-commerce

O potencial online apelou a muitos portugueses que buscavam alternativas para melhorar a sua condição financeira e, hoje, não é inusual que o e-commerce seja encarado como uma forma de garantir a luta contra o desemprego ou a melhoria dos rendimentos, a par com um emprego convencional.
Abrir uma loja online é uma prática cada vez mais comum em Portugal. Estima-se que o aumento no número de lojas online portuguesas tenhas sido de 10%, em 2019.
Apoiados por alguns serviços online e com métodos como o Dropshipping, os portugueses encontram, nesta forma de trabalho, uma maneira de garantir que conseguem uma vida mais digna e financeiramente equilibrada.
Saiba mais sobre os aliados preferenciais dos portugueses para os ajudarem neste processo.

2. Renegociar os créditos

Não se tratando de uma alternativa para melhorar os rendimentos, o facto é que a renegociação dos créditos pode ser uma grande ajuda para que se melhorem as condições financeiras familiares.
Esta renegociação de mensalidades, bem como a aglomeração dos mesmos num só crédito consolidado – pode permitir pagamentos mensais menos exigentes, que melhorem a situação financeira e permitam uma melhor gestão dos recursos disponíveis.
Assim, avaliar junto das instituições bancárias como podem ser reduzidas as mensalidades pode ser verdadeiramente útil para a melhoria do orçamento familiar.

3. Pensar as redes sociais como forma de trabalho

Não é apenas o LinkedIN que pode ser utilizado como uma ferramenta de trabalho. Muitos portugueses têm, ao longo dos anos, descoberto também o potencial de redes como o Facebook ou o Instagram para, através destes, lançarem os seus negócios ou criarem conteúdos passíveis de gerar rendimentos.
Os influencers são um bom exemplo de pessoas que conseguem, através de patronos e patrocínios, melhorar os seus rendimentos nas redes sociais.

4. Dar explicações ou aulas privadas

Quando os conhecimentos numa determinada matéria o permitem, aproveitar o conhecimento para dar aulas privadas ou explicação pode ser uma boa forma de melhorar os rendimentos.
Este tipo de atividade pode ser feito num espaço físico ou através de ferramentas online e pode ser uma forma de melhorar os rendimentos ou de gerar rendimentos, em caso de desemprego.

5. Explorar o universo do marketing de afiliados

Publicitar, através da simples colocação de links para marcas e produtos, ou outros negócios no seu site ou blogue pode ser uma forma de garantir uma melhoria dos rendimentos mensais.
Por norma, este tipo de marketing permite que se recebam comissões baseadas no número de cliques gerados nos produtos publicitados no seu espaço.
Esta é uma forma de obter rendimentos, sem preocupações ou esforço.

6. Exercer trabalhos pontuais como promotor

Os promotores de marcas são profissionais que, por norma, realizam apenas, mediante a sua disponibilidade e a necessidade das mesmas, trabalhos pontuais.
Aqui, usualmente, o trabalho realizado acontece em dias específicos, nos quais a pessoa interessada se dirige ao local indicado para promover um produto ou uma marca, em contacto direto com o consumidor.
Este tipo de trabalho é muito comum em áreas como o wellness, as bebidas espirituosas, a perfumaria, as mercearias e a cosmética.

7. Trabalhar por conta própria

Em caso de desemprego, tentar realizar a sua profissão por conta própria pode tornar possível a obtenção dos rendimentos necessários para equilibrar as suas finanças
Hoje, várias plataformas para freelancers existem online, sendo que pode também criar o seu próprio site ou simplesmente gerir a sua rede de contactos para oferecer os seus serviços.

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