Francisco Duarte Mangas vence Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco

O escritor Francisco Duarte Mangas venceu o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, com a obra “Pavese no café Ceuta”, editado pela Teodolito.

A decisão foi tomada pelo júri, composto pelas professoras e investigadoras Isabel Cristina Mateus e Maria de Lurdes Sampaio e pelo escritor Liberto Cruz.

O prémio instituído em 1991 é atribuído em conjunto pela APE e pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, contando com um valor de 7.500 euros.

Francisco Duarte Mangas nasceu em 1960, em Rossas, no concelho de Vieira do Minho, sendo jornalista, poeta e ficcionista, com obra publicada desde a década de 1980.

(Foto: Augusto Baptista)

Helena Buescu vence Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho

A ensaísta Helena Buescu venceu por unanimidade o Grande Prémio de Ensaio da Associação Portuguesa de Escritores (APE) com a obra “O poeta na cidade – A literatura portuguesa na História”, publicada em livro em 2019 pela Imprensa Nacional Casa da Moeda.

Helena Buescu, de 63 anos, professora catedrática de Literatura Comparada na Universidade de Lisboa, tem mais de uma centena de ensaios publicados, em livro e em periódicos.
Foi fundadora e diretora do Centro de Estudos Comparatistas, da Universidade de Lisboa.

O Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho, atribuído pela APE em conjunto com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, tem um valor monetário de 7.500 euros.
O júri desta edição foi composto por Cândido Oliveira Martins, Joana Matos Frias e Manuel Frias Martins.

Desde 2010, o prémio já distinguiu Victor Aguiar e Silva, Manuel Gusmão, João Barrento, Rosa Maria Martelo, José Gil, Manuel Frias Martins, José Carlos Seabra Pereira, Isabel Cristina Rodrigues, Helder Macedo e Joana Matos Frias.

Famalicão: Junta de Castelões está mais bonita

No âmbito da intervenção artística do projeto Urban Youth, promovido pelo Municipio de Famalicão, em conjunto com A CASA AO LADO, a sede da Junta de Freguesia de Castelões está mais bonita.
Nas paredes exteriores do edifício foi pintado um mural que apresenta rostos. Trata-se de uma mostra intergeracional em homenagem a todos aqueles que ajudaram a freguesia a crescer.

Famalicão: “Talvez um dia” na Casa das Artes

“Talvez um dia” estreia esta sexta-feira, dia 25, às 21h30, na Casa das Artes. Trata-se de uma coprodução da companhia Fértil Cultural com o Teatro Diogo Bernardes, que esteve prevista para assinalar o Dia Mundial do Teatro 2020, mas que foi adiada devido à covid.

Esta peça teatral, uma criação de Rui Alves Leitão, pretende ser um espetáculo sensorial, emocional e de uma reflexão da existência humana, baseado no conceito de esperança infinita. “Talvez Um Dia” proporciona um momento de questionamento mútuo entre o ator e o espetador, sem alusão moral.

O espetáculo, cujo ingresso custa 8 euros ou 4 euros para estudantes, portadores do Cartão Quadrilátero Cultural e seniores, repete no sábado, dia 26, à mesma hora.

Coprodução Fértil Cultural, Casa das Artes de Famalicão e Teatro Diogo Bernardes, com parceria institucional do Ministério da Cultura e apoio dos municípios de Famalicão e de Ponte de Lima, além da ENIF.

Revista “Sigilo Público”

Para além desta estreia, é também dia 25 de setembro que a Fértil Cultural lança no campo editorial a revista “Sigilo Público”. Depois do espetáculo, esta nova publicação é apresentada no pequeno auditório da Casa das Artes. Trata-se de um espaço de partilha de ideias e práticas artísticas, culturais e educacionais aliadas à arte, e almeja ocupar um lugar entre as escassas edições deste género.

 

Famalicão: INAC integra rede europeia para o ensino das artes circenses por meios digitais

O INAC – Instituto Nacional das Artes do Circo, com sede em Famalicão, vai ser apoiado pelo Erasmus + por causa do projeto COSMIC que consiste na partilha de metodologias digitais no ensino da arte circense. Há 11 parceiros neste projeto, de diferentes países, mas o INAC é o único português envolvido.

Os parceiros, onde se inclui o INAC, integram a Federação Europeia de Escolas do Circo. O INAC faz parte como membro e par da direção.

«O COSMIC é um projeto que se enquadra nos dias de hoje, face ao covid, porque possibilita o ensino, através das novas tecnologias, especialmente o vídeo», destaca André Borges, da direção do INAC. Assegura que os vídeos baseados em atividades práticas, complementados com apontamentos, permitem o ensino à distância. O COSMIC dá também oportunidade de dar aulas à distância «e quem recebe a aula tem que estar num estúdio que permita a prática da arte do circo».

Segundo André Borges, se já fazia sentido antes o ensino através de meios digitais, agora, com a covid, ainda tem mais pertinência, uma vez que as aulas presenciais não são recomendáveis. «O circo tem disciplinas muito específicas, e antes, alunos ou profissionais que quisessem melhorar deslocavam-se a outra parte do mundo para terem aulas; mas através desta ferramenta é possível uma pessoa do Canadá ter aulas com um professor na Rússia em tempo real», realça.

Além dos parceiros envolvidos, há cinco festivais internacionais de circo que vão colaborar nesta parceria. São eles: Le Festival Mondial de Cirque de Demain (França), Festival de Cirque Actuel CIRCA (França), Axé Cirque (Suíça), La Biennale Internationale des Arts du Cirque – BIAC (França) e Festival Sul Filo del Circo (Itália).

Famalicão: Segundo ciclo de conferências do Museu da Indústria Têxtil

O II Ciclo de Conferências do Museu da Indústria Têxtil arranca a 26 de setembro sob o tema: “Percursos e memórias da indústria na bacia do Ave. Ciclo de Conferências com visita guiada”.

Devido ao plano de contingência, a participação é limitada a 25 participantes. Inscrições gratuitas e obrigatórias, através do email:[email protected].

Neste dia 26 de setembro, a conferência é sobre o tema “A importância dos rios para a atividade industrial em Vila Nova de Famalicão: um contributo histórico-geográfico a partir dos trabalhos dos serviços hidráulicos». Para fazer a palestra foi convidado Francisco Silva Costa, do Departamento de Geografia da Universidade do Minho. Esta marcada para as 15 horas, na Central Hidroelétrica de Santa Rita, Fafe.

A segunda conferência deste ciclo será no dia 21 de novembro, pelas 15h00, sobre o tema “A indústria da Memória: análise da construção simbólica da Sampaio Ferreira e Companhia como património industrial de Riba de Ave”. Inclui visita a Riba de Ave. O orador escolhido foi Guilherme Pozzer, da Universidade do Minho.

A última conferência realiza-se a 12 de dezembro, também pelas 15h00, com a visita ao Hotelar Têxtil, instalada na antiga Fábrica de Fiação e Tecidos do Rio Vizela, em Negrelos, Vila das Aves. O coordenador científico do Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave, José Manuel Lopes Cordeiro, abordará o tema: “A evolução societária da Fábrica de Fiação e Tecidos do Rio Vizela no 175.º aniversário da sua fundação (1845-2020)”.

 

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