Famalicão: Início das obras na Quinta e Casa dos Caseiros de Camilo Castelo Branco

A Câmara Municipal de Famalicão deu início, na passada segunda-feira, às obras de renovação e restauro da Quinta e da Casa dos Caseiros da Casa de Camilo Castelo Branco.

Com um investimento de cerca de 320 mil euros e o prazo de execução de um ano, a empreitada insere-se na candidatura «Rota Camilo: Valorização da Casa-Museu e Cemitério da Lapa», recentemente aprovada no âmbito do programa operacional Norte 2020, sendo cofinanciada através Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

«Trata-se de uma obra de enorme relevância e que espelha bem a aposta cultural do município na preservação e valorização do património camiliano. Um trabalho incessante e apaixonante que tem atravessado gerações, motivado pelo valor da obra de Camilo Castelo Branco e pelo interesse que sempre suscitou a sua atribulada existência», afirma o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

A obra diz respeito à remodelação, ampliação e arranjos exteriores da Casa de Camilo. «É uma obra de arquitetura que vai valorizar ainda mais este lugar da vida e da ficção camilianas. O restauro da casa dos caseiros e a renovação da quinta permitirá, não só oferecer aos visitantes um cenário tão semelhante quanto o que Camilo experienciou, mas permitir que com essas novas infraestruturas possamos diversificar ainda mais a oferta pedagógica, cultural e científica da instituição para o melhor conhecimento da vida e da produção literária do escritor, além do período histórico em que viveu», sublinha Paulo Cunha.

Recorde-se que Camilo Castelo Branco residiu na casa de Seide cerca de 26 anos, entre o inverno de 1863 e a data da sua morte, a 1 de junho de 1890, e aqui grande parte da sua obra literária.

Para além deste projeto agora em curso, a candidatura apresentada em conjunto com a Venerável Irmandade da Lapa, no Porto, prevê ainda a qualificação do Cemitério da Lapa, um monumento de interesse público, onde se encontra o jazigo que guarda os restos mortais de Camilo Castelo Branco. A Câmara Municipal viu ainda aprovada ao Norte 2020 a candidatura «Rota Camilo: Qualificação e Divulgação Territorial». No conjunto, a autarquia famalicense irá beneficiar de um investimento de mais de 700 mil euros, contando com uma comparticipação FEDER de cerca de 500 mil euros. Os projetos envolvem, para além do município, um conjunto de instituições parceiras, com ligações importantes à memória camiliana.

 

Famalicão: Marchas Antoninas canceladas

Este ano não se realizam as tradicionais Marchas Antoninas. A decisão foi tomada pela Câmara Municipal, após reunião com as associações e instituições, encontro que decorreu no dia 13 de janeiro.

Nesta reunião foi, ainda, decidido manter o tema das Marchas de 2021 para 2022: Jornais de Vila Nova.

A decisão resulta da pandemia que impede, com o devido tempo, que as instituições possam preparar e ensaiar as marchas que são o momento alto das festas do concelho.

 

Famalicão: Sezures cumpre tradição com arco de 30 metros

As tradicionais festas em honra de S. Vicente, em Sezures, não terá, este ano, o programa cultural e recreativo que lhe está associado, devido à pandemia, mas mantém as cerimónias religiosas, em observância com as determinações da Direção-Geral da Saúde.
Apesar destas contingências, a freguesia não deixou de construir e erguer o tradicional arco, de 30 metros.
É uma tradição com mais de meio século que se mantém, apesar dos tempos difíceis que atravessamos.

Estado de Emergência: Fundação Cupertino de Miranda encerrada

A Fundação Cupertino de Miranda encerra os seus espaços a partir desta sexta-feira, cumprindo as recomendações da Direção-Geral da Saúde de combate à pandemia covid-19.

De forma a manter o contacto com o público, a instituição está disponível através do e-mail [email protected] ou pelo telefone 252 301 650. Pode, também, acompanhar a FCM nas redes sociais em www.cupertino.pt

Estado de Emergência: Cultura com 42 milhões de euros a fundo perdido

A ministra da Cultura, Graça Fonseca, acaba de anunciar 42 milhões de euros a fundo perdido para o setor.

Trata-se da primeira fase do programa “Garantir Cultura” criado pela lei do Orçamento de Estado de 2021 de apoio ao trabalho cultural e artístico, referiu a ministra.

Os fundos destinam-se a entidades coletivas e a pessoas singulares. Do primeiro grupo fazem parte todas as empresas e entidades coletivas, salas de espetáculo, teatros, produtores, agentes, salas de cinema independentes, cineclubes e associações; no segundo trata-se de todos os profissionais da área da cultura, que inclui artistas, técnicos e autores.

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