Presidente da República felicitou o maestro famalicense José Eduardo Gomes

José Eduardo Gomes venceu, recentemente, o Concurso Internacional de Direção de Orquestra, que decorreu em Sófia, na Bulgária. O maestro famalicense, em entrevista à CIDADE HOJE, que pode ouvir este sábado, entre as 13 e as 14 horas, diz que este prémio significa a segurança «de que estamos no caminho certo».

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, na sua página da presidência, felicitou-o pelo prémio. «É um motivo de orgulho», reconhece. O futuro de José Eduardo Gomes será na direção de orquestra, algo que já faz há 12 anos. É maestro titular da Orquestra Clássica da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e professor na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo do Porto.

“Desterrado” de António Olaio na Ala de Frente em Famalicão

O fundador da banda Repórter Estrábico, António Olaio, é o artista convidado para a primeira exposição do ano da galeria municipal Ala da Frente. Depois de ter apresentado “Desterrado” na Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, no ano passado, o artista plástico prepara-se para mostrar aos famalicenses esta instalação que junta pintura, vídeo e desenho.

A exposição, de entrada livre, será inaugurada no dia 8 de fevereiro, com a presença do Olaio, e vai estar patente até 22 de maio.

Esta instalação artística dá continuidade ao trabalho desenvolvido por António Olaio numa reflexão que iniciou em 2017 e que o levou a estabelecer uma relação com a escultura “Desterrado” do Museu Soares dos Reis, no Porto.

António Gonçalves, curador da Ala da Frente, vê nesta exposição a exploração de várias linguagens e territórios criativos, numa abrangência do trabalho de António Olaio. «Nesta exposição temos a presença da pintura, do vídeo e do desenho, num possível equilíbrio que nos levará a questionar o espaço e a nossa presença nele, assim como a nossa relação com o entendimento da arte».

A exposição poderá ser visitada de terça a sexta-feira, das 10 às 17h30 e aos fins de semana, das 14h30 às 17h30, na galeria de arte contemporânea Ala da Frente, localizada no Palacete Barão da Trovisqueira, na Rua Adriano Pinto Basto.

Oficina de Arte para famílias por técnicos da Fundação de Serralves

A oficina “Mínimo é Máximo” dirigida a famílias e que decorrerá este sábado, das 16 às 18 horas, na Casa das Artes, será orientada por técnicos da Fundação de Serralves com base na exposição “Quase tudo o que sou capaz” de Ângelo de Sousa, patente no espaço cultural famalicense até ao final de fevereiro.

Através do desenho e da dobragem os participantes são convidados a explorar o universo peculiar do artista. Às 18h30, decorre uma visita orientada à exposição. A lotação máxima para estas atividades é de 25 pessoas.

No domingo, das 10h30 às 12h30, será possível a pais, filhos, avós e amigos “Espreitar o Teatro em Família”. Uma atividade que mostra os vários espaços da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, mesmo aqueles aos quais só os artistas têm acesso. Uma visita guiada, totalmente gratuita, à exposição “Quase Tudo o Que Sou Capaz” e, ainda, a possibilidade de ver o filme: “Tudo o que sou capaz”, do realizador Jorge Silva Melo, sobre a obra de Ângelo de Sousa, fazem parte desta proposta para a manhã de domingo.

Todas as informações e inscrições em [email protected] e [email protected].

Filme sobre Eusébio na Casa das Artes

Nos dias 15 e 18 de janeiro pode ver, na Casa das Artes, novos episódios do Close-Up – Observatório de Cinema de VN Famalicão. São quatro sessões, duas para as escolas e as outras para o público em geral. O “Tempo” continua a ser a temática, desta vez com o “tempo de vista”.

Para o público escolar do 3.º ciclo e do secundário é exibido “Ruth”, de António Pinhão Botelho, que descreve o insólito episódio da chegada de Eusébio a Portugal dos anos 60. Um filme para ver a 15 de janeiro, às 10 horas.

Para os mais pequenos, alunos dos 1.º e 2.º ciclos, é proposta “Uma Aventura nos Mares”, de Ángel Alonso (versão portuguesa). Trata-se de uma animação espanhola a narrar a expedição de Fernão de Magalhães, aquando (tempo) de comemoração dos 500 anos sobre a primeira viagem de circum-navegação da Terra. O filme é projetado a partir das 14h15.

Para o público em geral, no dia 18 de janeiro, a partir das 15h00, passa o documentário: duas documentaristas portuguesas – Catarina Mourão e Renata Sancho – transformam imagens de outros tempos em histórias que dialogam com o nosso tempo: “O Mar Enrola na Areia” e “A Avenida Almirante Reis em 3 andamentos”, que contará com apresentações das realizadoras.

A partir das 17 horas, o realizador Nanni Moretti olha para o golpe de estado que derrubou Allende no Chile em 1973, do “Tempo de vista” da sua Itália (passado e presente), em Santiago, Itália.

Bilhetes a 2 euros (geral), 1 euro (Cartão quadrilátero) ou grátis (estudantes, seniores, associados de cineclubes).

Concerto Coral de Ano Novo pelo Orfeão Famalicense

O Orfeão Famalicense apresenta, no dia 17 de janeiro, às 21h30, na Igreja Matriz Nova de Famalicão, o Concerto de Ano Novo. A entrada é livre.

Foram convidados o Coro da Capela Marta da Póvoa de Varzim, o Coro da Arteduca de Famalicão e o Duo Violoncelo e Contrabaixo André Amaro e Rui Fontes. No final, apresenta-se o Orfeão Famalicense.

Nesta organização, conta com o apoio da Câmara de Famalicão, Fundação Cupertino de Miranda, União de Freguesias de Calendário e Famalicão, Têxtil Riopele e Paróquia de Santo Adrião.

Serralves mostra Ângelo de Sousa na Casa das Artes

A obra de Ângelo de Sousa (1938-2011) está nos corredores da Casa das Artes de Famalicão até 29 de fevereiro. A par das figuras decorativas que cedeu à Casa das Artes, os famalicenses podem apreciar uma nova coleção de obras da autoria do artista, considerado um dos mais importantes da segunda metade do Século XX em Portugal.

Até ao último dia do próximo mês, a Fundação de Serralves apresenta no principal espaço cultural de Famalicão a exposição “Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz”, com um conjunto de obras, de vários períodos da sua carreira, de pintura, escultura e desenho que “pretendem sublinhar os paralelismos entre meios artísticos na obra do artista e a importância da contaminação entre aquelas disciplinas para a evolução da sua prática artística”.

Refira-se que Ângelo de Sousa nasceu, em 1938, em Lourenço Marques, atual Maputo, Moçambique. O artista faleceu na sua casa no Porto, a 29 de março de 2011, com 73 anos de idade.

É considerado uma das figuras mais influentes da arte portuguesa da segunda metade do século XX e é um dos artistas melhor representados na Coleção de Serralves, com trabalhos realizados entre os anos 1961 e 2002, e que abarcam todos os meios artísticos a que ele se dedicou ao longo da sua prolífica carreira: desenho, pintura, escultura, instalação, filme e fotografia. Recorde-se, ainda, que com a celebração do acordo de adesão do município de Vila Nova de Famalicão ao Conselho de Fundadores da Fundação de Serralves, em 2016, iniciou-se uma relação de cooperação entre estas duas instituições, baseada num projeto integrativo de promoção e divulgação cultural e ambiental.

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