OMS alerta que o vírus da covid-19 não está controlado

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que, na maior parte do mundo, o vírus não está controlado; pelo contrário, «está a ficar pior», afirma o diretor-geral da OMS, Adhanom Ghebreyesus.

Este responsável considera que os governos a nível mundial ainda não sabem como gerir a crise de saúde pública, o que contribui para que a epidemia «continue a acelerar», expondo simultaneamente as desigualdades sociais e a fragilidade dos sistemas de saúde.

Alerta que nas últimas seis semanas, o número de casos está a duplicar.

Preocupada com esta situação, a OMS anuncia a criação de um painel independente para avaliar a atuação e a resposta da OMS face à pandemia da Covid-19.

Famalicão: Humanitave recebe 10 mil máscaras reutilizáveis

A Humanitave – Associação de Emergência Humanitária, com sede em Pedome, recebeu, da empresa JF Almeida, 10 mil máscaras reutilizáveis certificadas.

Este equipamento de proteção individual será enviado para a Guiné-Bissau.

A associação enaltece a responsabilidade social da JF Almeida, bem como reconhece o esforço da voluntária Adélia que foi determinante para que esta doação fosse uma realidade.

Possíveis surtos de COVID-19 em Paços de Ferreira e Vizela

Há vários casos de covid-19 em Vizela e no concelho de Paços de Ferreira. Aliás o presidente da Câmara da Capital dos Móveis deu positivo e há cinco trabalhadores da autarquia infetados.

Em Paços de Ferreira, o caso foi detetado primeiro na Fábrica de lacados Abrelac e depois na Escola Básica n.º 2 de Paços de Ferreira, onde foram detetados seis infetados. Estes dois espaços foram encerrados.

O caso de Vizela aconteceu na Escola Básica de Tagilde, após uma funcionária ter testado positivo. Por prevenção, há diversas celebrações públicas que foram canceladas e a autarquia apela contenção nas habituais festividades em honra de S. Bento das Peras.

Equipamentos de diversão autorizados a trabalhar

Entrou em vigor, esta quarta-feira, o despacho do Governo que autoriza o funcionamento de equipamentos de diversão e similares mediante o cumprimento das regras sanitárias e de segurança aplicáveis.

O despacho determina que as instalações e os estabelecimentos podem funcionar desde que cumpram as orientações e instruções da Direção-Geral da Saúde, mas carece de parecer técnico especificamente elaborado para o efeito.

Esta determinação não se aplica às áreas em que seja declarada a situação de calamidade ou a de contingência, como é o caso da Área Metropolitana de Lisboa.

O funcionamento de equipamentos de diversão e similares é permitido desde que funcionem em local autorizado, nos termos legais, pela autarquia local e cumpram a demais legislação.

Entre as instalações e estabelecimentos encerrados, encontravam-se, por exemplo, as atividades recreativas, de lazer e diversão, onde se incluem os salões de dança ou de festa, os parques de diversões e parques recreativos e similares para crianças.

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