Centros Atendimento Diagnóstico Covid-19 já funcionam

Estão criados, em V.N. Famalicão, três Centros Atendimento Diagnóstico Covid-19 (ADC).

Assim, a população passa a dispor de três linhas telefónicas de contacto bem como endereço electrónico para que, antes de saírem de casa para se deslocarem aos serviços, possam previamente obter resposta às suas preocupações.

[email protected] Contacto: 252 330 240

[email protected] Contacto: 252980279

[email protected] Contacto: 252 403 890

Atendimento a situações agudas/urgentes – Contacto Famalicão – 252 330 234; Contacto Delães – 252 980 278; Contacto Joane – 252 990 581; Contacto Nine – 252 960 260

Atendimento a Grávidas e Crianças até 24 meses – USF S. Miguel O Anjo (Calendário) 252 303 360; USF Antonina (Requião) 252 323 954; USF Vale do Este ( Nine) 252 960 260

Cuidar maior contacta cuidadores informais

O Cuidar Maior, projeto a funcionar na sede da Junta de Freguesia de Requião, vai contactar todos os cuidadores informais sinalizados, para avaliar das suas necessidades para entrega de bens essenciais (alimentos, produtos de limpeza e higiene) e entrega de medicação.
O espaço está encerrado, mas mantém uma linha SOS Cuidadores – 967 295 459 – para ouvir e quebrar o isolamento.

Sindicato acusa Trofa Saúde de fecho ilegal de hospital em Famalicão

O Sindicato da Hotelaria do Norte acusou hoje o Grupo Trofa Saúde de encerramento temporário “ilegal” do seu hospital em Famalicão e de obrigar os trabalhadores a escolherem entre férias forçadas ou redução salarial de 25%.

Em comunicado enviado à Lusa, o sindicato diz que “já protestou” junto da empresa e já pediu a intervenção “urgente” da Autoridade para as Condições do Trabalho.

O Sindicato da Hotelaria do Norte acusou hoje o Grupo Trofa Saúde de encerramento temporário “ilegal” do seu hospital em Famalicão e de obrigar os trabalhadores a escolherem entre férias forçadas ou redução salarial de 25%.

Em comunicado enviado à Lusa, o sindicato diz que “já protestou” junto da empresa e já pediu a intervenção “urgente” da Autoridade para as Condições do Trabalho.

“A empresa alega o artigo 309.º do Código do Trabalho, sabendo, como sabe, que tal norma não se aplica ao caso”, acrescenta.

Aquele artigo alude a casos de “encerramento temporário ou diminuição temporária de atividade de empresa ou estabelecimento que não respeite a situação de crise empresarial”.

“O encerramento do hospital de Famalicão foi feito sem que a empresa estivesse obrigada a tal e, por isso, é ilegal”, diz ainda o sindicato.

A Lusa contactou o Grupo Trofa Saúde, que ainda não reagiu.

No entanto, a Lusa teve acesso a um e-mail enviado pelos Recursos Humanos do Grupo Trofa Saúde a uma trabalhadora, que refere que a “catástrofe” provocada pela infeção covid-19 obrigou ao encerramento temporário dos serviços, por ter criado uma falta de atividade imediata, imprevisível e totalmente fora do controlo da empresa”.

“Ou seja, os serviços encerraram por motivos de força maior, encontrando-se a empresa a analisar as melhores formas de reação a esta crise que se instalou e de assegurar os postos de trabalho”, acrescenta.

O grupo diz ainda que, “para que os trabalhadores não perdessem rendimento, a empresa indicou como caminho que, durante este período, os dias fossem de compensação de horas e férias para os colaboradores”.

“A empresa indicou este caminho no sentido de não prejudicar demasiadamente os colaboradores”, sublinha.

Ressalva que não obrigará qualquer trabalhador a gozar agora o seu período de férias, se não for essa a sua intenção e conclui dizendo que os trabalhadores que não quiserem gozar agora as férias continuarão a não ter que ir trabalhar, mas verão a sua retribuição reduzida em 25% durante o período do encerramento.

O hospital do grupo em Famalicão fechou em 19 de março.

Os trabalhadores foram sendo, entretanto, informados da prorrogação do prazo de encerramento, que agora se situa em 20 de abril.

“Estou de férias desde 16 de março. Se o fecho se prolongar até 20 de abril, cumpriria mais do que os 22 dias de férias a que tenho direito”, disse uma trabalhadora à Lusa.

A trabalhadora já contestou, dizendo que não aceitava, mas ainda não obteve qualquer resposta.

Para o sindicato, a empresa não está a cumprir os formalismos e procedimentos legais previstos no Código do Trabalho, incorrendo, assim, numa contraordenação “muito grave e na prática de um crime, punível com pena de prisão até dois anos e multa até 240 dias”.

Empresa famalicense dá 1 milhão de luvas

A Raclac ofereceu um milhão de luvas à Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social (CNIS), que as vai distribuir pelas suas associadas.

A CNIS diz que as luvas serão entregues às uniões distritais por uma empresa de tranpostes, Torrestir, que assegura o serviço de igualmente de forma gratuita.

Segundo o comunicado, a empresa famalicense encontrou, em dois dias, uma solução com tecido técnico para resolver a proteção em Portugal contra o novo coronavírus, “algo que se faz há anos apenas na China. A sua solução está já a chegar a todos os hospitais nacionais”, acrescenta.

Padre Domingos Machado desafia paroquianos a viverem a Páscoa

Os cristãos estão impossibilitados de celebrar a Páscoa como estavam habituados, mas os sacerdotes estão a colocar novos desafios para que a data não passe sem ser assinalada.

Um desses sacerdotes é o padre Domingos Machado, que tem a seu cargo espiritual as freguesias de Requião, Gavião, e Cruz. Nas redes sociais, desafiou os paroquianos a colocarem uma cruz em suas casas, em local visível, que tanto pode ser o portão como a varanda. No Domingo de Páscoa essa cruz deve ser enfeitada com flores; se não tiver acesso a flores pode colocar tecido. Durante a Semana Santa pano roxo, no dia de Páscoa um pano branco.

Porque não há reuniões de família e amigos, quem quiser pode partilhar fotografias das cruzes através das redes sociais.

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