MAL quer “Ajudar Profissionais de Saúde”

A Mocidade Alegre de Landim associa-se à iniciativa “Ajudar Profissionais de Saúde” e solicita a colaboração de toda a população.

“Ajudar Profissionais de Saúde” é uma iniciativa do Agrupamento de Escuteiros nº 245 de Vilarinho (Santo Tirso), de profissionais de saúde, entre outros voluntários, a que se associou a Mocidade Alegre de Landim.

O objetivo passa pela angariação de fundos e material para que sejam adquiridas máscaras cirúrgicas, máscaras FFP2/N95 ou FFP3/N99, viseiras, perneiras, cogulas, manguitos, álcool gel, batas, fatos, tecido TNT impermeável, tecido TNT replente fluido entre outros. Todo o material arrecadado será distribuído por hospitais, centros de saúde, lares, unidade de cuidados continuados e corporações de bombeiros.

Toda a população pode ajudar através de donativos pelo MBWAY 919358720, através do NIB: 001000003941897000197 ou no crowdfunding criado para o efeito em www.gofundme.com/f/ajudarprofissionaidesa-de .

Mais informações nas redes sociais da iniciativa em www.facebook.com/Ajudar-Profissionais-de-Sa%C3%BAde-102203341438276 ou www.instagram.com/ajudarprofissionaisdesaude, contactando a direção do MAL em www.facebook.com/mal.landim ou através do e-mail [email protected]

Junta de Castelões coloca flores no cemitério

Na impossibilidade dos cidadãos de Castelões venerarem as sepulturas dos seus familiares, a Junta de Freguesia vai proceder à limpeza de todas as campas, retirando as flores secas e velas usados, e colocará, semanalmente, um arranjo floral e velas no centro do cemitério, em honra e memória de todos os que estão ali sepultados.

Uma decisão do executivo liderado por Francisco Sá, como resposta à emergência nacional que levou ao encerramento do cemitério.

Testes à Covid-19 devem ser mais abrangentes, pede presidente dos Famalicenses

A Secretária de Estado da Administração Interna anunciou, esta quinta-feira, que as forças e serviços de segurança e os bombeiros são prioritários nos testes à covid-19, uma medida bem recebida, no entanto, redutora, na opinião do presidente da direção dos BV Famalicenses.

António Meireles, em email enviado ao presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, assume que nesta medida deviam, também, ser considerados os membros das direções, pessoal administrativo e auxiliar. Todos «garantem o bom funcionamento das associações humanitárias».

E, embora não seja do âmbito da Liga, Meireles sugere, ainda, que os funcionários da Proteção Civil, o vereador da Proteção Civil e o presidente da Câmara deveriam ser abrangidos pela mesma regra.

Bombeiros Famalicenses querem informações sobre infetados com covid 19

A direção e comando dos Bombeiros Famalicenses endereçou uma carta aberta à Direção Geral de Saúde e consequentemente à Delegação de Saúde de V.N. de Famalicão, com um apelo.

Esta corporação que, tal como as outras, está na primeira linha de socorro aos doentes, quer informações diárias sobre a morada exata dos doentes covid-19 em vigilância, em recuperação e os cidadãos sob suspeita que se encontrem em quarentena. Não querem saber os nomes, apenas as moradas para se precaverem caso seja necessário fazer um socorro.

Os Bombeiros Famalicenses lembram que, assim, também poupariam recursos financeiros e materiais.

É que, por cada saída em emergência, e porque não sabem se o doente pode estar infetado ou não, os bombeiros levam máscaras, toucas, óculos, batas, perneiras, fatos e luvas. Acresce a este material a desinfeção total do veículo e dos equipamentos. Tudo isto tem um custo de 80€ por doente, esteja ele com covid 19 ou não.

Se soubessem aonde estão os infetados ou aqueles que estão em quarentena, os bombeiros usariam a proteção adequada; para os restantes casos as equipes de emergência iriam com a proteção básica, a qual tem custos muito mais baixos, permitindo ainda a poupança de material, que escasseia.

O presidente da direção dos Famalicenses, António Meireles, e o comandante Bruno Alves, lembram que o país está a viver uma situação de emergência nacional e aqueles que estão na linha da frente, colocando as suas vidas em perigo, não podem ser prejudicados tendo por base o Regulamento de Proteção de Dados.

Município cria bolsa de voluntários para o combate ao covid-19

A Câmara Municipal de Famalicão criou uma bolsa de voluntários para atender às necessidades das pessoas mais vulneráveis neste combate ao Covid-19.

Quem estiver disponível deve fazer a sua inscrição no site do Banco de Voluntariado de Vila Nova de Famalicão, disponível em http://voluntariado.famalicao.pt. Deve indicar as tarefas que está habilitado e disponível para fazer.

O objetivo desta bolsa é criar respostas em diversas frentes, nomeadamente a cidadãos institucionalizados, a seniores e a portadores de deficiência. Estão incluídos também cidadãos com infeção pelo covid-19.

O que se pede a estes voluntários é que façam compras de primeira necessidade como medicamentos e bens alimentares e os entreguem nas residências das pessoas. Que possam fazer também a ponte entre os utentes e as unidades de saúde para obtenção de receitas. Estão, também, incluídas tarefas de limpeza e higienização de espaços, assim como acolhimento de animais de companhia.

O presidente da Câmara tem elevadas expectativas nesta medida porque reconhece que «Famalicão é um concelho solidário e temos cidadãos com grande responsabilidade social, que estão sempre disponíveis para ajudar, principalmente em momentos como estes que vivemos». Paulo Cunha adianta que o município já recebeu contactos de pessoas disponíveis para ajudar.

Esta bolsa de voluntários Covid-19 insere-se no Banco Municipal de Voluntariado que foi criado em 2008, tendo como entidade coordenadora a Câmara Municipal de Famalicão.

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