Vasco Seabra é o novo treinador do F.C.Famalicão

O acordo foi alcançado nas últimas horas e o técnico vai agora trabalhar com a equipa deixada por Dito, treinador que terminou o vínculo com o Famalicão no passado domingo, depois da quinta derrota consecutiva.

Vasco Seabra começou a dar nas vistas nos juniores do Paços de Ferreira, apareceu na equipa principal e fez uma boa segunda volta na época passada, só que este ano saiu em outubro.

O contrato assinado esta semana é válido até ao final da temporada de 2019.

INSOLVÊNCIA DA RICON: GOVERNO ESTÁ AO LADO DOS TRABALHORES

Numa altura em que o grupo RICON passa por um processo de insolvência, que coloca em risco cerca de 800 trabalhadores no concelho de Vila Nova de Famalicão, o governo liderado por António Costa, através da resposta a uma pergunta enviada pelo PCP, veio clarificar a questão dos apoios atribuídos às oito empresas do grupo.

A tutela diz que nenhuma delas recebeu apoios estatais nos últimos 10 anos, e está disponível para apoiar e defender os funcionários no processo que decorre na sequência de um pedido de pagamento imediato da totalidade de uma dívida vencida proveniente dos fornecimentos ao sector do retalho.

Fonte: Jornal de Negócios

INOVAFIL APOSTA NO FUTURO DOS FIOS

Fios têxteis capazes de transformar a luz solar em energia térmica, fios com libertação de vitamina E, retardadores do envelhecimento da pele e aceleradores do processo de cicatrização, fios com capacidade de gestão de humidade e fios termorreguladores com capacidade de regular a temperatura corporal. Eis alguns dos resultados da estratégia de inovação da Inovafil.

A aposta crescente nos fios diferenciadores e de alto valor acrescentado é notória: nos próximos anos a empresa pretende dedicar até 50 por cento da sua produção aos têxteis técnicos e funcionais, elevando assim a fiação para um novo patamar.

Foi precisamente com este enquadramento que a Inovafil lançou o Nidyarn – Núcleo de I&D para fios funcionais de elevado desempenho, em colaboração com o 2C2T – Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil e a Fibrenamics, ambos da Universidade do Minho, e cujo principal objetivo é a investigação e o desenvolvimento de fios de elevado desempenho térmico, mecânico e biológico para aplicação em vestuário high-tech.

“A nossa estratégia é sermos não só moda, mas também desporto, técnicos e funcionais, porque são têxteis que vão deixar de ser um nicho de mercado quando essas funcionalidades começarem a ser introduzidas naquilo que é o nosso vestuário do dia-a-dia”, realçou Rui Martins, administrador da Inovafil, na sexta-feira passada, 19 de janeiro, numa visita do Presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, a pretexto do Roteiro pela Inovação.
De resto, a Inovafil tem vindo alargar os horizontes das opções sustentáveis na produção de fios com a utilização de matérias-primas ecológicas como urtigas ou algas marinhas.

Para Paulo Cunha esta é uma empresa que “reforça a garantia de que o futuro da indústria têxtil e do vestuário passa inevitavelmente por Famalicão”. “Se no passado tínhamos já razões de sobra para nos regozijarmos com o trabalho feito no têxtil, a Inovafil é claramente um grande contributo para fortalecer essa imagem a nível nacional e internacional”, enfatizou.

Empresa participada da Mundifios – o maior trader ibérico de fios têxteis –, a Inovafil instalou-se em Famalicão em 2015, num investimento de 10 milhões de euros, ocupando parte das instalações da Têxtil Manuel Gonçalves, em Vale S. Cosme, que arrendou. Emprega 115 pessoas e tem uma capacidade produtiva de 160 toneladas de fio mensais, 20% das quais têm como destino a exportação direta.
A nova coleção de fios funcionais da empresa famalicense será apresentada mundialmente, no final deste mês, em Munique, na ISPO, a principal feira internacional dedicada à área do desporto e outdoor.

Texto: Famalicão MadeIn

HOTEL RESORT & SPA DE 4 ESTRELAS ABRE EM FAMALICÃO

Chama-se Hotel Quinta das Pirâmides e é um projeto turístico com Hotel Resort e Spa, restaurantes e centro de congressos projetado para a freguesia de Telhado, em Vila Nova de Famalicão. A intenção para a construção desse equipamento direcionado para o turismo de negócios parte de um promotor privado e a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão manifestou na última reunião do executivo, por unanimidade, o interesse público do projeto para o concelho, condição essencial para a sua concretização.

Trata-se de um projeto diferenciador na região, pela qualidade, pela localização e pelo potencial que o rodeia. O empreendimento vai nascer numa antiga quinta rural com 16 hectares, localizada na Avenida do Aziveiro em Telhado.

A construção do equipamento hoteleiro procura tirar partido do espaço rural, da beleza natural da quinta e da zona envolvente, aproveitando a proximidade aos castros históricos de Vermoim e Santa Cristina, a sua referência na obra de Camilo Castelo Branco e aproveitando a localização estratégica, muito perto das cidades de Braga (10km), Guimarães (15km) e Vila Nova de Famalicão (7km).

O hotel será construído em duas fases. A primeira fase com recuperação de parte do edificado para 32 quartos, SPA com 600 m2, dois restaurantes, salas de congressos para 300 pessoas e estacionamento. A segunda fase está relacionada com a ampliação da capacidade hoteleira.

O projeto direciona-se para o turismo de negócios, durante a semana e turismo de alta qualidade, nos fins-de-semana, feriados e férias e terá um nível de 4 estrelas superior. O investimento, cifrado na primeira fase em 3 milhões de euros, vai gerar 11 empregos diretos e 15 indiretos.

Transferência de Rui Costa para o F.C.Porto suspensa

A ida de Rui Costa para o Futebol Clube do Porto, por empréstimo do Portimonense, está suspensa por uma situação que se espera ver clarificada nos próximos dias.

Segundo o jornal desportivo Record, a mudança para o Porto só pode ser concretizada depois de um esclarecimento da Federação Portuguesa de Futebol sobre uma eventual inscrição do jogador no Varzim no início da presente época desportiva.

A confirmar-se o registo, Rui Costa não poderá ingressar nos dragões tal como estava acordado entre o Portimonense e o Futebol Clube do Porto por ultrapassar o número máximo de inscrições (três) por época.

 

VAI UM CHARRO?

HISTÓRIA. No curto prazo, as disputas eleitorais internas fragilizam os grandes partidos políticos. Abrem, inevitavelmente, feridas entre os militantes e, no limite, provocam mesmo algumas cisões. Com o tempo este quadro tende a esbater-se internamente. Já externamente e no médio prazo, a imagem positiva junto dos cidadãos, regra geral, tende a melhorar. Estou confiante que as sondagens se encarregarão de o demonstrar sob a nova liderança do PSD. Mas se um novo ciclo se inicia no PSD, há um outro que se fecha, o de Pedro Passos Coelho. Na hora da sua saída, assaltam-me as palavras do Padre António Vieira: “Se servistes à pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma”. Não são os eleitores que fazem justiça é a História que faz justiça. A História fará justiça a Passos Coelho, como um dos maiores Estadistas da nossa democracia.

MENTIRA. No último debate quinzenal, o primeiro-ministro afirmou orgulhosamente que, no ano de 2017, o seu governo abrira 23 novas Unidades de Saúde Familiares, ficando apenas a duas unidades de cumprir o objetivo anual. No dia seguinte soube-se que, afinal, só tinham aberto cinco unidades e destas nenhuma de forma irregular. O primeiro-ministro voltou a mentir ao país e descoberta a mentira mostrou-se impávido e sereno. A mentira não passou. Desta vez não passou, mas, no entretanto, muitas outras já passaram e vão, infelizmente, continuar a passar. Todas cumprirão a missão de nos oferecerem um país que nada tem a ver com o país real.

LOGRO. É mais ou menos consensual que havendo evidência científica e vantagens do ponto de vista clínico na utilização de cannabis para fins terapêuticos, esta seja legalmente permitida. Muitos doentes já usam ao longo da vida opiáceos de forma medicamente controlada com o objetivo de acalmar a dor ou para tirar sintomas incómodos. Há boleia deste consenso o Bloco de Esquerda avançou com uma iniciativa legislativa, não propriamente para permitir o uso terapêutico da cannabis, mas sim abrir caminho à utilização da cannabis para fins recreativos, sem critério e sem regras. A comunicação social caiu no logro, o Parlamento não.

Jorge Paulo Oliveira

(Deputado do PSD na Assembleia da República)

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