Campanha solidária “Hoje por todos” em Ruivães e Novais

O Ruivanense Atlético Clube, o GR Covense e a ADC Novais têm em curso um projeto solidário que visa auxiliar as famílias mais afetadas pela pandemia covid-19. Os bens alimentares podem ser entregues nos bares do Ruivanense e do Covense, bem como no Pão Quente do Largo, em Novais.

Todos os bens alimentares e outros que serão recolhidos ao longo da campanha solidária serão entregues à Junta da União de Freguesias de Ruivães e Novais, que procederá a distribuição dos mesmos através da sua Loja Social.

Famalicão: Três bombeiros feridos em acidente na Avenida do Brasil

Três pessoas ficaram feridas na sequência de um acidente de viação, registado na madrugada deste sábado, na Avenida do Brasil, em Vila Nova de Famalicão, nas proximidades do Hotel Moutados.

O sinistro, um despiste de um veículo dos Bombeiros Voluntários Famalicenses que regressava ao quartel depois de mais um serviço, registou-se cerca das 00h e para o local foram acionados os meios da corporação à qual pertencem os feridos.

Os soldados da paz foram transportados para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave com ferimentos que não inspiram cuidados de maior. Dois deles tiveram alta poucos minutos após terem dado entrada.

Para o socorro das vítimas e remoção dos destroços foi necessário o corte total da via.

Fogos florestais: Apelo do presidente da Câmara Municipal de Famalicão

Na página pessoal do Facebook, Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal de Famalicão, lança um apelo para que os famalicenses estejam em alerta neste verão.

«Porque a nossa floresta é um património riquíssimo que faz parte da nossa história. É essencial à vida e fonte de diversidade. Contribui para a nossa riqueza e para a nossa economia!

Proteger a nossa floresta está nas mãos de todos nós! Famalicão sem fogos depende de todos!», escreve Paulo Cunha

Famalicão: Cinema no Jardim da Casa de Camilo

Este fim de semana há cinema nos jardins da Casa de Camilo Castelo Branco, em Seide, com dois filmes: a comédia “A General” e o drama “Amarcord”.

Os filmes são exibidos às 22 horas e para assistir deve inscrever-se através do email [email protected]. Devido à covid-19, a assistência está limitada a 50 pessoas.

Esta sexta-feira, passa o filme “A General”, de Buster Keaton e Clyde Bruckman, de 1926. Johnnie é apaixonado pela sua locomotiva “A General” e também pela bela Annabelle Lee. A partir daqui muitas peripécias se desenrolam, tendo como cenário a guerra civil americana.

No sábado, dia 25, é exibido o filme “Amarcord”, de Frederico Fellini, de 1973. “Amarcord” que significa “eu recordo-me” é um olhar atento do realizador sobre a adolescência e juventude.

A iniciativa cine-esplanada decorre, desde há alguns anos, beneficiando do espaço exterior da casa do romancista de Seide, da envolvência da natureza e do ambiente camiliano. Este ano está inserida no programa de Verão “Anima-te, promovido pelo município famalicense.

Gerente de empresas de Famalicão e inspetor tributário acusados de recebimento indevido

O Ministério Público (MP) acusou um gerente de duas empresas de Famalicão de, durante três anos, ter entregado dinheiro a um agente tributário em troca de informações, igualmente arguido no processo, referiu esta quinta-feira a Procuradoria-Geral Distrital (PGD) do Porto.

Segundo nota publicada na sua página oficial, a procuradoria salientou que os dois arguidos, gerente e inspetor tributário, assim como duas sociedades comerciais com sede em Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga, estão indiciados pela prática de um crime de recebimento indevido de vantagem agravado.

Entre 17 de março de 2011 e 16 de setembro de 2013, o empresário, sócio maioritário e gerente das sociedades comerciais, ora arguidas, entregou por 10 vezes dinheiro ao inspetor tributário, que o recebeu e fez seu, num total de 12.500 euros, adiantou.

O MP entendeu que o gerente pagou ao inspetor acreditando que, desta forma, podia ter informações privilegiadas e evitar problemas com o fisco.

E o inspetor aceitou os valores “bem sabendo que as ofertas não podiam deixar de ser entendias num contexto de interesse nas funções que desempenhava”, frisou.

Por isso, o MP requereu que o inspetor tributário seja condenado a pagar ao Estado 12.500 euros, correspondente à vantagem patrimonial obtida com a prática do crime.

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