Câmara aprova «uma gestão para o presente e para o futuro»

Câmara aprova «uma gestão para o presente e para o futuro»

A internacionalização do concelho, o alargamento da gratuitidade de passes escolares aos alunos do secundário, a criação de um banco de recursos de apoio à natalidade, a atribuição da comparticipação de medicamentos para seniores em situação vulnerável, o alargamento da programação cultural a todo o concelho, a concretização da pista de atletismo e a realização de obras de abastecimento de água e saneamento de águas residuais com ligação aos intercetores nas sub-bacias dos rios Este, Pele e Ave, são novidades das Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2019, num exercício que Paulo Cunha promete «para o presente e para o futuro».

As Grandes Opções do Plano e Orçamento, num total de 97,8 milhões de euros, foram aprovadas esta segunda-feira, em reunião extraordinária do executivo municipal.

«O desafio permanente de construir Vila Nova de Famalicão faz-se pela via da inovação da gestão autárquica, como é exemplo esta aposta na projeção de Vila Nova de Famalicão no mundo, mas também pelo exercício responsável e arrojado nas áreas incontornáveis da gestão autárquica», explica o presidente da autarquia, falando numa planificação ambiciosa, equilibrada e transversal e num ano «à medida das nossas ambições e possibilidades e em sintonia com os compromissos que assumimos com os famalicenses».

O executivo estrutura a planificação a partir de quatro áreas – Inclusivo, Sustentável, Inteligente e Governança –, mantendo-se fiel ao plano estratégico desenhado até 2025.

Paulo Cunha destaca a Educação que permanecerá «como uma pedra basilar e que vai absorver uma boa fatia do investimento por via da realização de obras no parque escolar e do apetrechamento tecnológico das nossas escolas».

O próximo ano será, também, tempo dos grandes investimentos aprovados pelo Portugal 2020, nomeadamente as obras previstas no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, iniciando-se o processo de encaixe das respetivas contrapartidas financeiras acordadas. Isso explica o acréscimo da previsão orçamental da receita para 2019 comparativamente ao orçamento previsto para 2018 que foi de 83,5 milhões de euros.

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