Aumentam furtos em cemitérios

Aumentam furtos em cemitérios

O cemitério paroquial de Tebosa, em Braga, foi esta semana alvo de furto e vandalismo, tendo os ladrões levado imagens, crucifixos e candeeiros de mais de trinta campas.

Algumas famílias que são proprietárias das sepulturas comunicaram o furto à Junta de Freguesia que, por sua vez, apresentou queixa na GNR.

Este foi apenas mais um dos muitos casos que se têm verificado na região Norte do País.

Segundo o CM, nos primeiros três meses deste ano, mais de duas dezenas de cemitérios foram alvo de furto e vandalismo no Norte do País, o que significa um “aumento ligeiro” em relação ao ano passado.

Ainda há menos de um mês, os alvos dos ladrões foram os cemitérios de Canelas e Fermelã, em Estarreja, onde dezenas de imagens de latão e cobre foram arrancadas das sepulturas.

As autoridades consideram que após “um certo abrandamento”, a atividade dos ladrões de metais, sobretudo cobre, voltou a crescer e os cemitérios continuam a ser um dos alvos preferenciais.

Apesar de algumas juntas de freguesia terem, nos últimos anos, reforçado a segurança nos cemitérios, os furtos não têm parado. Em muitos casos, as famílias estão a substituir o metal por materiais de menor valor.

No cemitério de Tebosa, mesmo junto à EN14, que liga Braga ao Porto, os prejuízos não estão contabilizados, mas a Junta de Freguesia calcula que sejam superiores a 2500 euros.

Imagem: CM

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